Blog do jornal CineSemana

Nicole Kidman vai ser protagonista do próximo filme de Woody Allen

Nicole Kidman está com passagem assegurada para Londres, onde irá viver o papel principal feminino do próximo filme de Woody Allen, que permanece sem nome. Ela estará à frente de um elenco estelar nunca antes visto em um filme de Woody, incluindo Anthony Hopkins, Josh Brolin, Antonio Banderas, a estrela indiana de Quem Quer Ser um Milionário?, Freida Pinto, além de Naomi Watts, melhor amiga de Nicole na vida real.

As especulações sobre a história e o título do filme são inúmeras, mas seguindo o ritual há muito estabelecido pelo diretor, devem permanecer um mistério até o último momento. 

Woody Allen estará com um novo filme na praça em meados de novembro, Whatever Works, enquanto Nicole Kidman deve chegar às telas apenas no próximo verão no musical de Rob Marshall Nine, baseado na obra de Federico Fellini.

Cerimônia do Oscar 2010 é atrasada para março por causa das Olimpíadas de Inverno

A cerimônia do Oscar do ano que vem foi atrasada em uma semana, e está marcada para o dia 7 de março de 2010.

A razão da mudança (normalmente a cerimônia é realizada no último domingo de fevereiro) é o conflito de data com os Jogos Olímpicos de Inverno, que acontecem no mesmo período, em Vancouver, no Canadá.

Como os jogos são bastante populares em terras norte-americanas e transmitidos pela companhia de TV rival NBC, a ABC, que transmite o Oscar, resolveu ceder pra não comprometer sua audiência, repetindo a decisão que já tomara na última vez que este conflito aconteceu, em 2006.

Vitória dos apreciadores de esportes tão divertidos quanto o infame Curling.

Angelina Jolie versão bond girl?

Angelina Jolie está interessada em atuar no próximo filme de James Bond. Conforme informou o site The Insider, a atriz já fez até algumas reuniões com os produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli. e parece que as coisas estão adiantadas.

Ainda não se sabe, no entanto, que papel Angelina interpretaria. Isto porque em 2006, quando estava cotada para o papel de Vesper Lynd de Cassino Royale, a atriz afirmou que preferiria uma personagem mais durona, uma vilã ao invés de uma mocinha.

Sendo ela a próxima bond girl ou não, certo é que, se acertar sua participação no filme, irá repetir a parceria pela segunda vez com Daniel Craig, com quem contracenou em Tomb Raider, de 2001.

E se as continuações nunca tiverem fim…

Este site fez uma compilação engraçada daquilo que acredita que seriam os cartazes das continuações mais absurdas do cinema no futudo. Abaixo, meu preferido:

Terry Crews é quem substitui Forest Whitaker em Os Mercenários

Terry Crews

Terry Crews

Ao contrário do que foi noticiado por toda parte, quem vai substituir o ator Forest Whitaker em Os Mercenários não é o rapper 50 Cent.

De acordo com os produtores do filme, quem assinou o contrato para interpretar o personagem Hale Caesar foi Terry Crews (de Agente 86).

Todo o elenco deve chegar no Rio de Janeiro até a próxima terça-feira, dia 31 de março, para iniciar as filmagens do longa.

Um ator para o meio da semana

Emile Hirsch, de Na Natureza Selvagem

Irmãos Coen vão fazer remake de western

Ethan e Joel Coen, dois dos mais competentes e inventivos roteiristas e diretores em atividade

Ethan e Joel Coen: promessas de um "bangue-bangue" bem diferente daquele com Wayne (Foto de Stefano Paltera)

Os irmãos Ethan e Joel Coen, que não deixaram pedra sobre pedra ao faturarem praticamente tudo no Oscar de 2008 com seu Onde os Fracos Não Têm Vez, vão agora lançar suas fichas no remake de um western clássico. Será a refilmagem de Bravura Indômita, filme de 1969 que deu a John Wayne seu único Oscar.

Só que o projeto dos Coen pretende ser um pouco diferente daquele dirigido por Henry Hathaway, que deu todas as atenções para o personagem de Wayne. A ideia dos diretores é manter fidelidade ao livro de Charles Portis que deu origem à história da menina de 14 anos que, com a ajuda de um velho xerife, tenta encontrar o assassino de seu pai em meio a um território indígena hostil. A trama será apresentada sob o ponto de vista da garota.

O roteiro foi adaptado pelos irmãos Coen e a produção é de Scott Rudin, o mesmo de Onde os Fracos Não Têm Vez. Ainda não há definições de elenco nem de chagada do filme aos cinemas.

Aproveitando a contenda sobre os lugares marcados…

Coloquei ali no menu à direita uma enquete pra saber o que os leitores acham sobre a adoção dos lugares marcados no cinema. Acham bom, preferem os lugares indeterminados ou tanto faz?

Respondam lá!

Lugares marcados no cinema: bom ou ótimo?

Não faz nenhum sentido a dita “polêmica” iniciada por um post no blog ZH Zona Sul e repercutida na edição impressa da Zero Hora de hoje (aqui um resumo da matéria).

Os argumentos contra a definição prévia do lugar na hora de comprar o ingresso são descabidos. Na matéria na edição impressa da ZH de hoje, um cidadão diz que “não abre mão de ter a liberdade de sentar onde quiser”, como se com o novo sistema os lugares lhe fossem impostos, e não fosse ele mesmo a escolher as poltronas que deseja ocupar.

Outros reclamam que o processo gera mais fila, mas ignoram que na verdade transforma duas filas (do ingresso e da entrada na sala) em apenas uma, e acaba com aquela necessidade de ficar plantado na porta da sala de exibição para ser um dos primeiros a entrar, ocasionando aquela corrida pelos melhores lugares que não raro acontece em pré-estreias e primeiras sessões de grandes lançamentos.

Descabida também é a declaração de outro cidadão ouvido sobre o assunto que disse que “a tecnologia está matando a magia do cinema”, não sei se referindo-se à tecnologia de bordar um número na poltrona ou de mostrar ao espectador uma planta da sala, ambas práticas já postas em práticas há bem mais de um século no teatro, por exemplo.

A ideia de que ingresso com lugar marcado “é coisa de teatro, concerto ou circo, que tem (sic) um número de espetáculos reduzido e de curta permanência na cidade” também não se sustenta. Isso é tratar o cinema como um espetáculo menor, menos digno de ser bem organizado.

Creio que o único objetivo da adoção dos lugares marcados no cinema (iniciativa a qual Porto Alegre, local da “polêmica”, não foi pioneira, diga-se; antes dela já havia cinemas com lugares marcados em Florianópolis e Balneário Camboriú, pra ficar na Região Sul) é proporcionar maior conforto ao público, simples assim. Um serviço, e não uma regra burocrática.

É uma maneira de garantir ao espectador que ele vai conseguir um lugar junto de seu acompanhante, por exemplo, que não vai precisar sentar nas primeiras filas caso não deseje, e oferece a possibilidade de se planejar uma ida ao cinema com antecedência, desde um local remoto (comprando ingresso de casa) e sabendo que pode chegar na hora da sessão e o lugar escolhido estará assegurado.

Na minha opinião, o lugar marcado no cinema é um incremento de civilidade.

Mas claro, ninguém é obrigado a preferi-lo. Para estas pessoas, tanto aqui em Porto Alegre – onde apenas o GNC Iguatemi e o Cinemark BarraShoppingSul oferecem lugares marcados – quanto na imensa maioria das cidades do Brasil, as salas de exibição continuam utilizando majoritariamente o sistema de lugares indeterminados.

Uma bela atriz para começar a semana

Drew Barrymore, cotada para dirigir Eclipse, terceira parte da série vampírica Crepúsculo

Página 80 de 125« Primeira...«7879808182»...Última »
  • Mídia Cinema

(CC) Alguns Direitos Reservados - CineSemana ultiliza o WordPress - Desenvolvido por Fernando Leite