O filme de Paulo Morelli, que retoma a temática abordada no sucesso Cidade de Deus, teve uma estréia diminuta nos EUA durante o último final de semana. Mas em uma pesquisa feita no site da revista Variety, 14% dos participantes declararam que o lançamento que mais gostariam de assistir era o longa-metragem brasileiro sobre os amigos Acerola e Laranjinha. O resultado é muito bom, e confirma a popularidade e respeito conquistados pelo filme de Fernando Meirelles em 2002. O lançamento de City of Men, como foi batizado por lá, está sendo bastante limitado (começou em apenas 75 salas) e concorria com filmes fortes e de distribuição muito maior, como Semi-Pro, nova comédia estrelada por Will Ferrel e que foi lançada em mais de 3 mil salas, The Other Boleyn Girl, com Natalie Portman e Scarlett Johansson, e Penelope, com Christina Ricci e James McAvoy.

Quem estiver com saudades da belíssima Julia Robets ou do talentoso Tom Hanks, pode assistir Jogos do Poder (de Mike Nichols) que chega aos cinemas nesta sexta-feira bissexta (29). O longa conta a história de Charlie Wilson, congressista que ajudava financiar armas para o Afeganistão. Está em exibição no GNC Moinhos, em Porto Alegre, no GNC Iguatemi de Caxias do Sul, no GNC Neumarkt em Blumenau e no GNC de Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
Caso alguém também tenha nostalgia do personagem Rambo, é só conferir Sylvester Stallone em Rambo IV, que volta ao campo de batalha para salvar missionários. Entra em cartaz no GNC Praia de Belas e no Lindóia, em Porto Alegre. Na cidade de Novo Hamburgo (GNC Bourbon Novo Shopping), em Caxias do Sul (GNC Iguatemi Caxias), no GNC Neumarkt de Blumenau, e no GNC de Balneário Camboriú.
O melhor do Oscar 2008, Onde os Fracos Não Têm Vez, segue em cartaz em Porto Alegre (GNC Moinhos), em Blumenau (GNC Neumarkt) e na cidade de Joinville (GNC Müeller).
Veja a programação completa do GNC Cinemas na edição impressa do jornal CineSemana ou no site www.gnccinemas.com.br.
Existem pessoas que não gostam nem de ver o trailer de um filme, pois acham que boa parte da graça se perde. Quando o final é contado por aquele amigo mala então, é pior ainda.
Pois é isso que a genial estampa de camiseta ao lado faz, conta o final de vários filmes. Tudo bem que não são lançamentos, mas vale a piada.
Para comprar, garotos precisam desembolsar U$ 15 e garotas U$ 17, neste site.
Recém de chegado de Los Angeles, de onde transmitiu a cerimônia do Oscar, o crítico de cinema Rubens Ewald Filho contou ao CineSemana em primeira mão o que achou desta 80ª edição do evento. Sobre os selecionados, os vencedores, a festa de entrega das estatuetas e o próprio tapete vermelho, muita bronca e alguns elogios. Confira:
Como foi o nível dos filmes e profissionais selecionados em relação aos anos anteriores?
Eu acho que cada vez mais está virando um prêmio de arte, de filmes independentes, e a prova disso é este ano ter sido a menor audiência de todos os tempos. Não teve blockbuster, portanto o público não viu os filmes. Só o público de arte viu. É uma opção que o Oscar tomou, e quem sou eu pra reclamar? Na verdade, eu gostaria que houvesse uma mescla. O fato de Ultimato Bourne ganhar três prêmios, por exemplo, eu acho legal, pois foi o melhor blockbuster do ano. Mas aí a Academia não convidou o Matt Damon! Essa foi a pior festa que eu vi. Essa história de indicado apresentar prêmio empobrece tudo. Empobrece até o tapete vermelho. Teria pelos menos uns dez convidados a mais, de gente famosa, se não fosse assim. Por exemplo, o próprio Matt Damon não podia ter ficado fora. Ele foi um dos astros do ano. Mesmo a Keira Knightley tinha que estar lá, ela fez dois filmes importantes em 2007. Eu acho que eles foram incompetentes. Hoje tem escândalo porque a Woopi Goldberg chorou por ficar de fora da montagem dos apresentadores, o que é uma cagada. Sinal de incompetência da produção. A produção do Oscar é uma bosta. Está na hora de mexer nisso. Está muito ruim. E o que foram aqueles números musicais então? Nem show da Disney que já é ruim é tão ruim. Aquilo é uma bosta e acabou com a música, porque as músicas do filme são bonitinhas.
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No mesmo fim de semana que é entregue o prêmio mais cobiçado do cinema, também são divulgados os vencedores do Framboesa de Ouro. O prêmio menos cobiçado na indústria cinematográfica escolhe os piores do ano e faz questão de deixar bem claro quem passou vergonha nas telas de cinema.
Este ano, a grande vencedora (ou perdedora) foi Lindsay Lohan, que, entre uma clínica de reabilitação e outra, estrelou o longa Eu Sei Quem me Matou. A atriz ganhou dois troféus na categoria Pior Atriz e ainda arrebatou o prêmio de Pior Casal, já que interpreta duas personagens no filme.
Eu Sei Quem me Matou bateu o recorde de estatuetas entregues à mesma produção. Foram oito Framboesas de nove indicações. O ator Eddie Murphy também teve um ano histórico. Seu papel em Norbit lhe rendeu o título de Pior Ator, Pior Ator Coadjuvante e Pior Atriz Coadjuvante. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do prêmio menos sério do cinema.
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Ingrid Birnfeld, de Porto Alegre.
Ela superou mais de 200 palpiteiros, fez 530 pontos em 669 possíveis e agora vai levar 4 ingressos do GNC Cinemas, com direito a pipoca e refrigerante.
Parabéns!
A abertura do Festival de Verão do RS de Cinema Internacional aconteceu na última quinta-feira (21), a céu aberto, no pátio da Usina do Gasômetro, com a exibição do filme Mutum, de Sandra Kogut. O festival chega à sua quarta edição, sendo o maior evento do gênero na região Sul, e vai até o dia 28. Um amplo circuito exibidor, com salas e espaços em várias cidades do Rio Grande do Sul exibe mais de 40 filmes inéditos, entre longas nacionais e estrangeiros.
Além das sessões, o evento recebe convidados entre diretores, produtores e atores, brasileiros e estrangeiros. Além de apresentar seus filmes, eles participam de eventos como Aulas Magnas, Workshops e Sessões Comentadas. Mais informações sobre a programação no site do festival.
O filme brasileiro Estômago, de Marcos Jorge, foi premiado como o melhor do XI Festival Internacional de Cinema de Punta del Este, que terminou neste domingo (24) no balneário uruguaio. Estômago narra a história da ascensão e queda de um cozinheiro com dotes muito especiais e sob a aparência de comédia satírica, oferece uma reflexão crítica sobre as diferentes camadas sociais.
O brasileiro João Miguel ganhou o prêmio de melhor ator por seu trabalho em Estômago e Mutum, de Sandra Kogut, enquanto a venezuelana Haydée Faverola conquistou o de melhor atriz, por Postales de Leningrado, de Mariana Rondón.
Participaram da sessão oficial 17 longas-metragens, 18 documentários e 18 curtas, de Brasil, Argentina, Chile, Venezuela, Paraguai, Equador, Peru, Cuba, México, Estados Unidos, Canadá, Espanha, França, Bélgica, Itália, Alemanha, Dinamarca, Romênia, Grã-Bretanha, Grécia, China e Uruguai.