Foram divulgados os novos pôsteres do aguardadíssimo (e atrasadíssimo) Harry Potter e o Enigma do Príncipe. Todos em monocromia, só preto, branco e escalas de cinza. Se era pra dar um ar mais sombrio para este filme da franquia, não precisava, porque a cara carrancuda de Dumbledore com Snape ao fundo já seria o suficiente para garantir tal efeito.
Aliás, os quatro nos pôsteres mostram um dos personagens junto de seu antagonista. Além dos dois professores carrancudos, há também Potter Vs. Draco Malfoy, Hermione Vs. Professor Slughorn, e Ron Vs. o que o pessoal da Empire acredita ser Fenrir Greyback. Você pode conferir todos eles aqui.
Pra quem gosta de corridas, há dois links fundamentais que recomendo.
Primeiro, o turfe. Confiram só estas 29 fotos do Derby de Kentucky 2009, que aconteceu no último sábado, 2 de maio, em Churchill Downs, na cidade norte-americana de Louisville, Kentucky. A prova, em sua 135ª edição, é considerada por muitos “os dois minutos mais excitantes do esporte”, e sempre atrai verdadeiras multidões. Neste ano, o vencedor foi o jóquei Calvin Borel, que montava o cavalo azarão Mine That Bird (pagava 50 para 1). Depois de completar a primeira volta em último lugar, acabou ganhando com larga vantagem, uma vitória tida como épica.
Montando Mine That Bird, Calvin Borel completa a primeira volta em último. Ele venceria a prova com mais de seis corpos de vantagem. (Foto de Jamie Squire/Getty Images)
Saem os animais, entram as máquinas. Em 31 imagens, a história dos primeiros GPs da temporada 2009 da Fórmula 1 é contada. Com menos de 25% das provas realizadas, os pilotos já enfrentaram climas extremos: chuvas pesadíssimas, como a que interrompeu a corrida na Malásia, e calor combinado ao ar seco, como os 37º no Bahrein. As fotos mostram os pilotos, carros, equipes e pistas em ângulos que definitivamente não estamos acostumados a ver pela transmissão da TV.
A McLaren do finlandês Heikki Kovalainen fica pequena na imensidão do deserto do Bahrein. (Foto de Guillaume Baptiste/AFP/Getty Images)
Não canso de ficar me repetindo: este blog The Big Picture do jornal Boston Globe é simplesmente sensacional.
A mistura de nerdisse com cinefilia pode render coisas bem interessantes. É o caso desta webcam ao lado, que apesar do tamanho mínimo, operar digitalmente e funcionar através de uma porta USB, imita o visual das antigas câmeras cinematográficas em 35mm.
A webcam foi bizonhamente batizada de “Lights, WEBCAM, action! USB video” (o eterno “Luz, Câmera, Ação!”, clichê que será evocado para sempre em todas as situações possíveis, agora adaptado para o universo das engenhocas de computador).
O produto custa US$ 40, algo próximo dos R$ 90 nos dias de hoje. Além do mini-tripé, o modelo também acompanha um suporte no estilo “clip”, que pode ser afixado sobre a tela do computador.
Jessica Rabbit não é uma atriz, pois o destino quis que nascesse um cartoon. Caso fosse “descartunizada” das histórias de Roger Rabbit, assim ela seria.
Pobre Leonardo da Vinci. Devia ser um bom homem. Trabalhou a vida inteira (projetando até algumas armas de guerra fantabulosas!) para depois ver seu nome e o de suas obras envolvidos em todo tipo de escárnio cinematográfico.
Um exemplo era aquele horrendo Sorriso de Mona Lisa, o qual, diga-se, Julia Roberts fracassou miseravelmente em reproduzir durante todo o filme. Outro, claro, foi a versão para as telas do já infame no papel O Código Da Vinci, que a Igreja Católica desde o começo, já prevendo aquele resultado fraco, fez muito bem em boicotar. E como estes, há muitos outros exemplos de porcarias envolvendo o nome tanto de Leonardo (excluindo aqui, obviamente, As Tartarugas Ninjas) quanto de sua Gioconda.
Porém, devo dizer que, por um instante, pensei haver uma luz no fim desse túnel aparentemente infinito.
Isso porque está para ser filmada uma versão do livro The Day They Stole the Mona Lisa, de Seymour Reit. Não conheço o livro, mas conheço a história. E imediatamente imaginei que, se o autor tivesse um mínimo de bom-senso de focalizar a história do carpinteiro italiano Vincent Perugia, que em 1913 apareceu com o quadro na mão para devolvê-lo em Florença, poderia estar surgindo aí a primeira redenção cinematográfica do célebre quadro.
Mas não. Ao invés disso, como seria de se suspeitar, o livro de Reit, pelo que pude saber, é centrado no roubo da tela do Louvre em 1911. Prevejo detalhes de um plano infalível concebido por um bandido genial, a colocação em prática, um imprevisto que quase põe tudo a perder, a grande escapada, etc. Uma pena.
A prova do que digo é que Roger Donaldson, que parece ter sido alçado à condição de especialista em filmes de roubo a banco com seu Efeito Dominó, de 2008, irá dirigir o longa-metragem. Se Pierce Brosnan for selecionado para protagonizar o filme, então prometo psicografar o roteiro completo aqui um ano antes da estreia.
Imperdível este vídeo dos bastidores de Os Mercenários no Rio de Janeiro. Além de mostrar todo o talento de Stallone para a atuação (quanta expressão!), sendo dirigido por ele mesmo, há algo de impagável no final: um corredor polonês de tiétes cariocas gritando “lindo, lindo!”, aparentemente na entrada de algum baile funk, e o ataque de uma funkeira ao eterno Rambo, que foi surpreendido e abatido pelo inimigo. Veja aí:
A ideia de um segundo filme para Roger Rabbit anda sendo ventilada por aí pelo diretor Robert Zemeckis (de Expresso Polar).
Em uma entrevista concedida para a MTV norte-americana, o diretor disse que as novidades em captação e ferramentas digitais o fazem querer levar o projeto adiante.
Para os puristas, a notícia é a pior possível, já que a clássica mistura de live-action com desenhos feitos à mão de Uma Cilada para Roger Rabbit, de 1988, jamais se repetiria pelas mãos de Zemeckis, que provavelmente nunca mais vai largar sua motion capture (método de captação dos movimentos em atores, posteriormente digitalizados, como em Expresso Polar).
Anjos e Demônios ainda nem chegou aos cinemas (só em 15 de maio). The Lost Symbol, próximo livro de Dan Brown, também sequer chegou às livrarias, coisa que só deve acontecer em 15 de setembro (com ínfimas 5 milhões de cópias em inglês).
Mesmo assim, o escritor achou que era uma boa hora de anunciar que já está com o roteiro pronto para seu próximo filme, baseado no livro a ser lançado.
Interessante o roteiro ficar pronto antes do romance.
É o primeiro livro adaptado de um filme – na verdade, de um roteiro de filme – da carreira do escritor.