Blog do jornal CineSemana

Uma bela atriz para começar a semana

Marilyn Monroe.

Ratos de Cinema #35

Divulgada lista dos finalistas do 51º Prêmio Jabuti

Os finalistas do 51º Prêmio Jabuti, a honraria literária mais tradicional do país, foram divulgados agora à tarde pela Câmara Brasileira do Livro.

Os três premiados em cada categoria serão revelados no dia 29 de setembro. Já os livros do ano em ficção e não-ficção serão conhecidos na cerimônia de premiação, que ocorre no dia 4 de novembro.

Os dez romances selecionados foram:

Flores Azuis, de Carola Saavedra
Cordilheira, de Daniel Galera
Órfãos do Eldorado, de Milton Hatoum
Galiléia, de Ronaldo Correia de Brito
Satolep, de Vitor Ramil
Manual da Paixão Solitária, de Moacyr Scliar
A Parede no Escuro, de Altair Martins
O Livro Dos Nomes, de Maria Esther Maciel
Um Livro Em Fuga, de Edgard Telles Ribeiro
Heranças, de Silviano Santiago

Veja todos os finalistas das 21 categorias no site da CBL.

Um ator para o meio da semana

Channing Tatum, em cartaz com o filme G.I. Joe: A Origem de Cobra

Kim Basinger: de estrela sensual dos filmes a mãe dos protagonistas

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Basinger já namorou até o Batman e agora faz papel de mãe do Zac Efron

Como dizia a propaganda, o tempo passa, o tempo vôa, e a poupança Bamerindus… quando menos se espera, nem existe mais.

Acho que a coisa caminhou mais ou menos assim com a Kim Besinger, uma das musas dos anos 1980 e 90, estrela de 9½ Semanas de Amor (Adrian Lyne, 1986). Sem que ninguém percebesse, ela estava em 8 Mile: Rua das Ilusões (Curtis Hanson, 2002), vivendo a mãe de Eminem! Agora, talvez convencida de que a coisa já não tem mais volta, Kim será a mãe de Zac Efron (aquele mesmo de High School Musical) em The Death and Life of Charlie St. Cloud.

O filme da Universal, que terá Burr Steers na direção e Craig Pearce assinando o roteiro, será uma adaptação do romance de Ben Sherwood. Efron irá interpretar um jovem atormentado semanalmente pelo espírito do irmão morto em uma tragédia.

Mais estranho que isso vai ser quando o Macaulay Culkin, o molequezinho de Esqueceram de Mim (Chris Columbus, 1990), interpretar o pai de alguém nos cinemas.

Uma bela atriz para começar a semana

Vivianne Pasmanter, vencedora do Kikito de melhor atriz no 37º Festival de Cinema de Gramado

Breve incurso pela história recente do humor britânico

Por Hilton Lima

Antes de encenar Borat Sagdjev nos cinemas do mundo inteiro, o comediante inglês Sacha Baron Cohen já havia atingido o sucesso com o repórter cazaque na sua terra natal, a Inglaterra. Inicialmente, Borat aparecia em quadros que duravam cerca de cinco minutos, dentro do Ali G Show, programa ancorado por outro personagem de Baron Cohen, o rapper canastrão Ali G.

Nos segmentos, o hilariante repórter apresentava aspectos da vida britânica aos espectadores, que iam desde competições esportivas até jantares finos, passando por protestos contra a caça à raposa. Nas entrevistas que Borat realizava com os mais variados tipos de cidadãos ingleses, era comum a pronúncia de uma frase, sempre que o personagem de Cohen fingia não compreender o que o entrevistado falava: “Isso é humor inglês?” O entrevistado, geralmente intrigado ou constrangido pela atitude do estranho repórter, esforçava-se para explicar a Borat algo que, para um britânico, era extremamente corriqueiro.

Baron Cohen mostrava para a audiência um velho senso-comum na Inglaterra: a ideia de que o humor britânico é enigmático e quase indecifrável para o público estrangeiro. Como consequência, não pode ser engraçado para alguém que não tenha nascido na terra da Rainha.

No entanto, definir o que é humor britânico é uma tarefa complicada e subjetiva. Em geral, a expressão é utilizada quase sempre com uma conotação negativa, para definir piadas de comediantes oriundos da Grã-Bretanha que soam demasiadamente estranhas para os ouvidos de um estrangeiro. Em outras palavras, quando um inglês conta uma piada e ninguém ri, perdoa-se uma eventual inépcia do humorista com a desculpa de que a sua piada constitui um exemplo de “humor britânico”. Continue lendo »

De volta ao ritmo normal

Equipe de volta e recuperada da maratona que foi o Diário do Festival de Cinema de Gramado.

Corumbiara, documentário etnográfico de Vincent Carelli, ganhou praticamente tudo o que podia e foi o grande vencedor do festival.

Xuxa passou pela cidade e monopolizou as atenções, além de criar polêmica com seu discurso de agradecimento, posteriormente transformado em piada na cerimônia do sábado por um dos apresentadores.

Cineastas foram reconhecidos pelos curadores: Reginaldo Faria ficou com o Troféu Oscarito, Walter Lima Jr., com o Troféu Eduardo Abelin, e Ruy Guerra ganhou o Kikito de Cristal. Dira Paes recebeu homenagem especial.

Agora voltamos com a programação e ritmo normais!

Um ator para o meio da semana

Colin Firth, em cartaz com a comédia romântica Marido Por Acaso

Equipe no Festival de Gramado

Blog meio paradão essa semana. Mas tem explicação: estamos todos no Festival de Cinema de Gramado, produzindo o Diário do Festival, jornal que sai diariamente com todas as notícias do evento.

É, dá um trabalhão. Por isso, a coisa vai ficar um pouco restrita por aqui.

Amanhã a Xuxa vai aparecer aqui em Gramado. Houve mil reuniões com a imprensa sobre a chegada da Rainha dos Baixinhos. Inacreditável o aparato que se está montando, como tudo está sendo cercado de cuidados mil. Nada de entrevista coletiva. Nada de cruzar o tapete vermelho para tirar foto de dois ângulos diferentes. Veremos o que acontece.

No mais, a edição impressa do CineSemana que chega na sexta aos cinemas tá especialmente boa. Vou colocar, depois, aqui no blog, a matéria que o Hilton Lima escreveu sobre a dinastia do humor britânico, por ocasião do lançamento do filme Brüno, do Sacha Baron Cohen.

Hasta!

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