Um ator para o meio da semana
- Publicado quarta-feira, 27.01.2010 por Katiana Ribeiro
- Atores Belíssimos
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Matt Damon, logo mais em cartaz em Invictus

Matt Damon, logo mais em cartaz em Invictus
O sucesso arrasador de Avatar elevou à categoria de certeza quase absoluta que o futuro da exibição cinematográfica está na tecnologia de terceira dimensão. Se por um lado os custos para instalação das salas ainda é muito alto, o retorno gerado através do grande interesse do público e até mesmo dos ingressos mais caros que os tradicionais parecem ter compensado. Mas quem pensa que o 3D será exclusividade do cinema se engana. Tentando pegar uma carona nesta experiência, os fabricantes de televisão já anunciam para 2010 a chegada ao mercado dos primeiros aparelhos com o recurso. Para os mais entusiasmados, entretanto, cabe cautela: ainda é cedo para assistir ao vivo ao atacante do seu time marcar um gol bem diante da sua cara ou ver o casal apresentador do telejornal se projetando para fora do televisor.
Várias empresas já demonstraram seus protótipos em feiras, com variadas tecnologias, o que significa que a indústria ainda está longe de estabelecer um padrão comercial para a televisão em terceira dimensão. Tudo é experimento, até aqui: plasma 3D, LCD 3D (display de cristal líquido, tal qual a maioria das telas de computador atuais), LED 3D (diodo fotoemissor) e OLED 3D (diodo orgânico fotoemissor). Em comum a todas elas, está a necessidade de o telespectador, a exemplo do que acontece nas salas de exibição, usar os famosos óculos. Mas a experiência que cada uma proporciona, dizem os entendidos, pode ser bem diferente entre elas.
Mark Wilson, colaborador do Gizmodo, um dos sites mais respeitados que versam sobre tecnologia, testou quase todos os protótipos disponíveis, e chegou à conclusão de que 90% deles são impossíveis de assistir, seja pela resolução da tela, pelo tamanho inapropriado, pela variação da luminosidade ou simplesmente porque deixam o espectador com dor de cabeça. De acordo com Wilson, dois são os modelos com maior potencial: um protótipo de 60 polegadas da LG e que deverá ser lançado oficialmente este ano, e a linha Panasonic Viera V Series.
Algumas regras básicas sobre o 3D no cinema continuam válidas para o 3D na televisão. Uma delas é quanto maior a tela, melhor. O que significa que, na prática, é inútil investir em equipamento inferior a 50 polegadas. Outro fator é o cansaço: a experiência em TV de terceira dimensão é extremamente imersiva, exige do espectador atenção absoluta e, se utilizada por longo tempo, torna-se muito cansativa. Para ver um filme, funciona, mas é difícil resistir a mais do que isso. O cansaço vai de encontro àquilo que a maioria dos espectadores vê como a grande qualidade da TV atual: a possibilidade de ficar impassível, preguiçoso, “descansando” em frente à telinha por horas a fio.
Tudo isso leva a dois problemas fundamentais que são a chave para a viabilidade comercial da empreitada: preço e conteúdo. Com as televisões de alta definição recém vislumbrando uma popularização (e a Copa do Mundo é uma das grandes esperanças da indústria) e nem sequer estabelecidas, os equipamentos 3D tendem a ser um produto caro demais. Além disso, o preço se eleva proporcionalmente quando analisado o rápido potencial de obsolescência destas tecnologias “piloto”. Com pouca gente comprando, a tendência é que haja pouca oferta de conteúdo produzido para a TV 3D, e a lista de pontos contra ganha mais um ítem: programação precária, ainda restrita a alguns Blu-rays especiais, games e programação de canais especializados que venham a surgir.
Mesmo assim, não há como se duvidar. Todas as empresas estão investindo pesado em tecnologia para fazer uma televisão com terceira dimensão satisfatória. Nas condições ideais ou ainda com alguns problemas a serem solucionados pelo caminho, a TV 3D vai acontecer.
Tim Burton na presidência do júri em Cannes
O diretor norte-americano Tim Burton, que em breve lança seu Alice no País das Maravilhas, presidirá o júri do próximo Festival de Cannes, que será realizado de 12 a 23 de maio. É a primeira vez que um cineasta oriundo do mundo da animação preside o júri do festival.
Giuseppe Tornatore presidirá júri do Festival de Roma
O cineasta italiano Giuseppe Tornatore, diretor do clássico Cinema Paradiso, irá presidir o júri internacional do próximo Festival de Cinema de Roma. Atualmente, Tornatore segue na disputa pelo Oscar de melhor filme estrangeiro no Oscar 2010 com Baaria.
Curta brasileiro selecionado para o Festival de Berlim
Avós, curta dirigido pelo uruguaio radicado em São Paulo Michael Wahrmann e rodado em Super-8 é o único nacional selecionado, até então, para integrar a seção Generation do Festival de Cinema de Berlim, em sua 60º edição. O filme mostra a tentativa do garoto Leo de trocar as meias e cuecas que ganhou das avós em sua festa de aniversário – tudo registrado pela câmera dada pelo avô. Outros três filmes brasileiros foram selecionados para diferentes mostras do festival.
Renée Zellweger no júri em Berlim
A atriz Renée Zellweger, vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante por Cold Mountain em 2004, fará parte do júri da mostra competitiva da Berlinale 2010, presidida por Werner Herzog. Ao lado deles estarão a atriz chinesa Yu Nan, a diretora e roteirista italiana Francesca Comencini, o produtor espanhol José Maria Morales, o roteirista somali Nuruddin Farah e a atriz alemã Cornelia Froboess. O festival acontece entre os dias 11 e 21 de fevereiro.
Bastardos Inglórios é o grande vencedor do SAG
O filme de Quentin Tarantino Bastardos Inglórios saiu como o grande vencedor da 16ª premiação do Screen Actors Guild (SAG), sindicato dos atores dos Estados Unidos, realizado no último sábado, 23. O filme levou o prêmio de melhor interpretação conjunta, principal categoria da noite, além de ter levado Christoph Waltz à previsível vitória como melhor ator coadjuvante. Jeff Bridges foi premiado como melhor ator protagonista por Crazy Heart e Sandra Bullock a melhor atriz por O Lado Cego.
Guerra ao Terror ganha prêmio do Sindicato dos Produtores
O filme Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow, foi eleito o melhor filme na premiação do Sindicato dos Produtores dos EUA, que aconteceu no último domingo, 24. A vitória coloca o longa em situação privilegiada na busca pelo Oscar máximo, em março.
Um Profeta lidera indicações para o César
O longa-metragem Um Profeta, dirigido por Jacques Audiard, é o recordista em número de indicações para o César deste ano, cuja cerimônia está marcada para 27 de fevereiro, e já é cotado como o grande favorito da principal premiação do cinema na França. O filme, que recebeu 13 indicações ao todo, é o candidato da França ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, e foi laureado com o Grande Prêmio do último Festival de Cannes.
Harrison Ford receberá César pelo conjunto da obra
O ator americano Harrison Ford será homenageado na próxima edição do César pelo conjunto de sua obra. O ator, de 67 anos, receberá o prêmio das mãos de sua compatriota e atriz Sigourney Weaver.
Três filmes indicados em oito categorias no prêmio Bafta
Os filmes Avatar, Guerra ao Terror e Educação lideram as indicações ao prêmio Bafta (British Academy of Film and Television Arts), semelhante à Academia de Hollywood. A lista dos indicados traz os três longas concorrendo na categoria melhor filme, ao lado de Amor sem Escalas e Preciosa. A cerimônia de entrega dos prêmios acontece dia 21 de fevereiro, em Londres.

Penélope Cruz, que entra em cartaz na próxima sexta com o péssimo Nine.
Aliás, acho que o Rob Marshall ficou tonto com tantas beldades na produção e perdeu os sentidos. Única explicação.
Muito já se debateu sobre a adaptação que Guy Ritchie fez para o detetive Sherlock Holmes, criado por Arthur Conan Doyle.
Os mais conservadores ficaram furibundos, mas o fato é que a imensa maioria de tudo o que acontece no filme de Ritchie está, de fato, respaldado pelos romances e contos de Doyle sobre o personagem.
Eu mesmo, depois de ver o filme, fiquei curioso sobre este aspecto e fui atrás da obra completa.
Agora, posso recomendar este post do blog Alerta Geral sobre o assunto, e assinar embaixo de praticamente tudo que foi escrito.

Mais uma vez, nenhum filme brasileiro chegará sequer à cerimônia de premiação do Oscar com chance de levar a estatueta de melhor filme em língua estrangeira.
A Academia acaba de divulgar a lista dos nove longas-metragens que seguem na disputa, e Salve Geral, de Sérgio Rezende, não está entre eles.
Fica pra 2011. Quem sabe.
O favoritismo, aparentemente, recai todo sobre The White Ribbon, elogiado filme alemão de Michael Haneke, vencedor da Palma de Ouro em Cannes. Mas chama atenção a presença também do peruano La Teta Asustada, de Claudia Llosa, filme premiado em Gramado em 2009.
Os nove filmes que seguem adiante na disputa são os seguintes:
Argentina: El Secreto de Sus Ojos, de Juan Jose Campanella;
Austrália: Samson & Delilah, de Warwick Thornton;
Bulgária: The World Is Big and Salvation Lurks around the Corner, de Stephan Komandarev;
França: Un Prophète, de Jacques Audiard;
Alemanha: The White Ribbon, de Michael Haneke;
Israel: Ajami, de Scandar Copti e Yaron Shani;
Cazaquistão: Kelin, de Ermek Tursunov;
Holanda: Winter in Wartime, de Martin Koolhoven;
Peru: La Teta Asustada, de Claudia Llosa.

Jason Bateman, logo mais em cartaz em Amor Sem Escalas
Esta é para os sortudos que estarão na California de agora até abril: a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood fará uma exposição fatal com os posters originais (aqueles grandes, de três folhas) dos 80 filmes indicados ao Oscar de melhor filme entre 1936 e 1943.
Entre eles há os cartazes de filmes como O Mágico de Oz, Cidadão Kane e Casablanca, além da pintura original feita por Sergio Gargiulo para a arte de E o Vento Levou…
The More the Merrier: Posters from the Ten Best Picture Nominees, 1936 – 1943 tem abertura oficial neste sábado, 23 de janeiro, e vai até 18 de abril. A mostra acontece na Academy’s Grand Lobby Gallery, em Beverly Hills, abre de terça a domingo e tem entrada franca.
Em cerimônia realizada na noite de ontem, em Beverly Hills, Los Angeles, a 67ª edição do Globo de Ouro consagrou Avatar, de James Cameron, com os principais prêmios da noite, e colocou a produção e o cineasta no posto de francos favoritos para o Oscar, que acontece em março.
Com o talentoso comediante britânico Ricky Gervais – criador e protagonista do seriado The Office original – no comando, a cerimônia realizada pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood tinha tudo para ser uma das mais divertidas premiações dos últimos anos, mas o tom acabou sendo melancólico por conta da tragédia haitiana, que dominou os discursos de agradecimento, em boa parte transformadas em apelos de ajuda. Quase todos os convidados usavam uma fita vermelha nos vestidos e nas lapelas.
As maiores surpresas da noite foram a vitória de Robert Downey Jr. como melhor ator de comédia ou musical por Sherlock Holmes (o que prova que Luis Vernando Verissimo está errado), o fraco desempenho da superprodução Nine, de Rob Marshall, que saiu de mãos vazias.
O cineasta Martin Scorsese ainda recebeu de Leonardo DiCaprio e Robert De Niro o prêmio Cecil B. DeMille, como homenagem pelo conjunto de sua obra.
Confira todos os premiados de cinema:
Drama
Avatar
Musical ou comédia
Se Beber, Não Case!
Diretor
James Cameron, por Avatar
Roteiro
Amor sem Escalas, de Jason Reitman e Sheldon Turner
Animação
Up – Altas Aventuras
Filme estrangeiro
A Fita Branca, de Michael Haneke
Música original
The Weary Kind, de Ryan Bingham, por Crazy Heart
Trilha Sonora
Michael Giacchino, por Up – Altas Aventuras
Ator – drama
Jeff Bridges, por Crazy Heart
Atriz – drama
Sandra Bullock, por The Blind Side
Ator – comédia ou musical
Robert Downey Jr., por Sherlock Holmes
Atriz – comédia ou musical
Meryl Streep, por Julie & Julia
Ator coadjuvante
Christoph Waltz, por Bastardos Inglórios
Atriz coadjuvante
Mo’Nique, por Preciosa
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