Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow, saiu consagrado do BAFTA 2010, prêmio da Academia Britânica de Artes da Televisão e do Cinema que aconteceu no último domingo em Londres. O filme levou seis prêmios, incluindo as principais categorias. Pode ter dado mais um passo importante na briga pelo Oscar. Confira todos os premiados:
MELHOR FILME: Guerra ao Terror
MELHOR DIRETOR: Kathryn Bigelow, por Guerra ao Terror
MELHOR ATOR: Colin Firth, por Direito de Amar
MELHOR ATRIZ: Carey Mulligan, por Educação
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Christoph Waltz, por Bastardos Inglórios
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Mo’nique, por Preciosa Continue lendo »
Está muito boa e engraçada esta tentativa da sempre malandrinha revista Esquire de outorgar os prêmio que realmente importam na indústria cinematográfica.
Alguns destaques:
Melhor cena de um filme ruim: os sete minutos iniciais de Inimigos Públicos
Melhor filme que ninguém viu: Gomorra
Melhor título: Arraste-me para o Inferno
Drag queen do ano: Liev Schreiber em Aconteceu em Woodstock
Melhor uso de Roma: Duplicidade
Pior uso de Roma: Anjos e Demônios
Prêmio especial de engenharia: cabelo de Jamie Foxx em O Solista
IVONETE PINTO, presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul O Desprezo (Jean-Luc Godard, 1963)
“Pela forma, que traduz a ambiguidade dos sentimentos, pelo conteúdo, que fala de cinema de maneira ainda atual. Também pela trilha do Georges Delerue, pelas locações, e pelo final trágico, já que todas boas histórias de amor terminam mal. Godard nunca mais alcançou resultado igual.”
MARCELO OLIVEIRA DA SILVA, coordenador de comunicação da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre Metrópolis (Fritz Lang, 1927)
“É o primeiro filme tombado pela Unesco como patrimônio cultural da humanidade (World Memory Register). Tem vários ingredientes essenciais de um clássico, como a possibilidade de sempre oferecer uma nova leitura. Influenciou profundamente as ficções futurísticas e formou a concepção visual que até hoje se tem de robôs. Teve a primeira trilha sonora especialmente composta. Tem uma ambientação (expressionista) que torna possível a identificação de quase qualquer cena sua, culminando com conteúdo humanista e libertador. É uma obra que nunca termina o que tem para dizer.”
A Slate fez uma montagem especulativa de como seria o Super Bowl, maior evento esportivo norte-americano, se dirigido por alguns dos principais cineastas mundiais. O resultado ficou interessante. Confere: