<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do jornal CineSemana &#187; Política</title>
	<atom:link href="http://www.cinesemana.com.br/categoria/politica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cinesemana.com.br</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 Sep 2011 13:06:46 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Para colocar a cultura do RS no compasso do século 21</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2011/02/11/para-colocar-a-cultura-do-rs-no-compasso-do-seculo-21/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2011/02/11/para-colocar-a-cultura-do-rs-no-compasso-do-seculo-21/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 20:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[gaúcho]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Antonio de Assis Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[secretário de cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=3972</guid>
		<description><![CDATA[Romancista com quase duas dezenas de livros publicados, violoncelista integrante por 15 anos a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e professor universitário, Luiz Antonio de Assis Brasil assumiu a Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, no último mês de janeiro, sob os olhares esperançosos da classe artística. Sua tarefa, conforme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3977" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-3977" title="assisbrasil" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2011/02/assisbrasil.jpg" alt="" width="400" height="603" /><p class="wp-caption-text">Luiz Antonio de Assis Brasil, secretário de estado da cultura do RS</p></div>
<p><em>Romancista com quase duas dezenas de livros publicados, violoncelista integrante por 15 anos a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) e professor universitário, Luiz Antonio de Assis Brasil assumiu a Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, no último mês de janeiro, sob os olhares esperançosos da classe artística. Sua tarefa, conforme ele mesmo diz, é apartar conflitos e dinamizar a produção cultural do estado, levando-a ao século 21. Para isso, entretanto, terá que recuperar o muito tempo perdido e desfazer uma série de entraves que vêm atrasando o setor, entre eles o puro desinteresse político na área, traduzido na falta de recursos. E com sua reputação em jogo, ele afasta qualquer suposição sobre ser apenas uma figura decorativa na pasta: “eu estou no comando”.</em></p>
<p><strong>Por que o senhor resolveu aceitar o convite para ser o secretário da cultura?</strong></p>
<p>Eu pensei assim: alguma coisa tem que ser feita pela cultura. Temos vários problemas um pouco complicados na cultura nos últimos tempos, uma situação de conflito entre órgãos: secretaria e conselho. Alguma coisa precisava ser feita. Pensei sobre o assunto, achei que deveria encarar até como um compromisso com a minha geração, de fazer algo pela minha geração. A gente sabe que a literatura é que vai ficar. É visível, não existem restos invisíveis, mas perceptíveis, por uma questão de tempo. Mas o estado da situação é que eu tenho um conhecimento da rede cultural do estado e sei onde estão os problemas. E eu sei bem onde estão. E me permiti, assim, aceitar. Por outro lado, também, o governo me deu muita liberdade na composição dos cargos, isso me permitiu fazer várias escolhas, pela competência, pelo currículo. Enfim, é mais como eu me senti na obrigação de fazer alguma coisa pela minha geração. <span id="more-3972"></span></p>
<p><strong>O senhor disse que sabe onde estão os problemas. É possível apontá-los claramente? Onde eles estão?</strong></p>
<p>Eu acho que tem alguns muito claros, como o orçamento da cultura, que nós herdamos da gestão anterior e que corresponde a 0,07% do orçamento geral do estado. E é o menor de todos os estados do país, considerando a cultura que nós temos aqui, ser o último é uma coisa muito complicada. Acho que essa seria uma questão prioritária para ser resolvida. A gente está com um projeto de recuperação orçamentária não só de fundos do estado, que a gente sabe que não está sobrando, mas também de outros lados, como o ministério da cultura e outras estatais. Outro problema era a ruptura entre a secretaria e a comunidade cultural, que foi bastante grave, e fez com que as pessoas deixassem de acreditar, inclusive, na Lei de Incentivo à Cultura. Então, recuperar esse dialogo e fazer com que a gente trabalhe com a comunidade cultural. Por outro lado, algumas instituições que deixaram de existir, como o Instituto Estadual do Livro, isso é uma questão de honra, recuperar o IEL, um cenário histórico. Bom, o museu Júlio de Castilhos, a OSPA sem sede, mas já conseguimos colocar 20 milhões no orçamento da união, no projeto de 32 milhões, vai dar para o início. Bom, eu poderia falar de diversas instituições, mas o principal é a falta de diálogo.</p>
<p><strong>O senhor deu algumas declarações a respeito de levar a cultura para o século 21, como se o Rio Grande do Sul estivesse um pouco atrasado, ou os gaúchos, talvez em um sentimento autossuficiente, estivessem se encarcerando e regozijando do próprio cárcere. Há como reverter isso?</strong></p>
<p>É claro. Certos meios se orgulham de uma pseudo-autossuficiência do estado, não é isso, a gente sabe que o estado precisa recuperar seu poder político, que perdeu no decorrer do tempo. Existe uma espécie de volta ao passado, valorização de alguns elementos culturais do passado, por parte de pessoas que não entendem que cultura é um processo. Cultura não é estática. E eis que, como todo o processo, ele se altera, não interessa se para o bem ou para o mal, mas ele se altera. Então temos que entender isso. Nós temos uma história forte, mas temos que ir além disso, colocar o Rio Grande do Sul  no compasso do século 21. Estar aberto às experiências internacionais de criação da parte artística. Até que a Casa de Cultura [Mario Quintana] se torne esse espaço de contato com a cultura internacional contemporânea.</p>
<p><strong>E há como fazer isso sem abrir mão da tão falada identidade regional?</strong></p>
<p>Na verdade, nós temos identidades no Rio Grande do Sul, é difícil falar em uma identidade, a não ser em aspectos superficiais, modismos, cantar o hino, mas isso não significa ter uma identidade. Por que nós temos culturas em contato no Rio Grande do Sul, culturas híbridas, muito difícil definir o gaúcho. Você pergunta quem é o gaúcho, e todos pensam no gaúcho da metade sul, que mora no campo, masculino. Mas não é assim, nós temos culturas híbridas, zonas de contado entre as culturas das colônias: alemã e italiana. Assumir algum tipo de conduta identificada com essa pseudo-hegemonia do gaúcho da campanha é superficial. Nós temos que ver a profundidade, e falar em culturas do Rio Grande do Sul, e trabalhar com elas.</p>
<p><strong>Nesse sentido, qual o papel da Casa de Cultura Mario Quintana? Virar uma espécie de &#8220;casa de culturas&#8221;?</strong></p>
<p>Pode ser, mas especialmente que se volte para receber e transformar e discutir a cultura contemporânea expressa nas artes. As artes são as representações simbólicas, cultura é bem mais que isso. Mas no caso da CCMQ, ela estará aberta àquelas manifestações culturais que não encontram suporte no mercado, e que possam ter espaço para se apresentar. Aí depende do estado incentivar essas apresentações, sem interferir na produção, claro, isso é para o artista. Mas fazer com que esses meios circulem o mais amplamente possível.</p>
<p><strong>O senhor também já se referiu à vontade de ver a CCMQ levantar polêmicas&#8230;</strong></p>
<p>Mas se há cultura ativa, há polêmica, isso faz parte, a história da arte se alterou assim, o impressionismo foi uma ruptura com o romantismo dominante, no caso da França.</p>
<p><strong>O fato da CCMQ estar quase à deriva, sem receber maiores críticas ou elogios, significa na verdade uma atual falta de importância?</strong></p>
<p>É, mas assim, na verdade não é atualmente, a CCMQ nunca teve um rosto. Nunca se soube o que era a Casa de Cultura. Não tinha uma orientação da natureza cultural que a gente pudesse identificar, e eu espero que isso a gente consiga fazer, esse processo de identificação pública com a Casa de Cultura Mario Quintana.</p>
<p><strong>Sobre o novo teatro da OSPA, há uma discussão sobre o perfil da casa a se construir. Gostaria de saber como isso está andando e quem está participando dessas discussões junto com a secretaria?</strong></p>
<p>Existe um projeto que foi encomendado pela direção da OSPA do governo anterior, ele é um projeto que contempla uma sala de concertos. Há dentro da comunidade cultural algumas pessoas, ligadas especialmente às artes performáticas, , que gostariam de ver aquilo como uma casa que pudesse abrigar todos os espetáculos. A ideia é interessante, mas nós temos outras casas que podem abrigar esses espetáculos, como Theatro São Pedro, Teatro do Sesi. Portanto, já é o momento da cidade ter uma casa para concertos, estamos maduros para tal, um lugar onde se apresentem somente orquestras de câmara e orquestras sinfônicas.</p>
<p><strong>E essa é uma opinião pessoal do ex-violoncelista ou do secretário?</strong></p>
<p>Teria como dissociar as duas opiniões. Mas no caso eu não estou dissociando, eu vejo uma convergência. Pessoalmente, me agrada uma ideia de uma sala de concertos. Isso significa maturidade social, e que existe uma maturidade de concertos.</p>
<p><strong>Existe qualquer tipo de previsão para o início efetivo das obras ou dia da entrega?</strong></p>
<p>Claro, vamos fazer tudo para entregar até o final da gestão. E o mais rápido possível. Nós temos um processo orçamentário federal, ele é um pouco lento. A verba está lá, mas não há dinheiro. Aliás, toda bancada federal do Rio Grande do Sul  votou a favor. Foi pedido R$ 50 milhões, mas daí corta aqui, corta ali, e chegamos a este valor. O projeto como ele está hoje é de R$ 32 milhões, então assim que tivermos o dinheiro na verba, vamos começar a trabalhar.</p>
<p><strong>Outro ponto crítico da cultura no estado é o Instituto Estadual do Livro. Qual será o papel dele na sua gestão?</strong></p>
<p>O Instituto Estadual do Livro já é a terceira ou quarta vez que é ressuscitado. Nós já estamos começando a trabalhar, já iniciamos o projeto Autor Presente, a partir de março começam as visitas dos escritores. Vamos pagar mais dignamente, também. Os escritores ganhavam R$ 200 reais, já subimos para R$ 500, para valorizar o trabalho do escritor. Estamos com uma previsão bastante interessante de atuações, de centenas de visitas dos autores às escolas. Estamos encaminhando o Prêmio do Estado do Rio Grande do Sul, possivelmente teremos um prêmio com o patrocínio da Petrobrás. Isso me ocorreu pelo prêmio da Associação Portuguesa de Escritores, que é bancada pela empresa estatal de petróleo em Portugal. Acho que vai dar certo, então seria um prêmio substancial, acima de R$ 100 mil. Mas também, como segundo prêmio, a publicação desse livro e a distribuição na rede escolar. Por outro lado, o prêmio de edições que eu vou ter que conversar melhor com o Silvestrin [Ricardo, diretor do IEL], mas mudou bastante o cenário editorial do Rio Grande do Sul do que era há 30 ou 40 anos, quando foram publicados em primeira edição romances da Lya, Caio Fernando Abreu, eu, Carlos Carvalho, em que não havia muitas editoras. Isso mudou bastante, nós já temos editoras que estão publicando autores jovens, como a Não Editora, a Dublinense e mais umas duas ou três. Em que a gente verifica que o autor mais jovem consegue publicar suas obras mais facilmente. Então, a gente precisa pensar em coisas mais difíceis de serem publicadas como a poesia. Pensar em coisas mais difíceis de serem publicadas e também as obras já clássicas da literatura gaúcha. Também já começamos com o Festipoa Literária.</p>
<p><strong>Levar os autores para as escolas é uma iniciativa ótima. Mas e os livros desses autores?</strong></p>
<p>Normalmente, como era no passado, nós tínhamos o escritor, mas eram dados os livros que se tinha no mercado, porque é problemático o autor ali e as pessoas não terem livro. Ou ter somente quatro exemplares na biblioteca da escola e não ter em circulação, aí o que acontece é que acabamos indiretamente estimulando o xerox. A metodologia anterior era privilegiar os livros que estão em circulação no mercado.</p>
<p><strong>Ao aceitar o cargo de secretário, o senhor carrega uma expectativa muito grande, também por ser uma pessoa respeitada no meio cultural. Você sente algum receio de que um possível insucesso da secretaria acabe respingando na sua carreira literária, artística e até acadêmica?</strong></p>
<p>Sim, claro que sim, e isso é um risco. Mas eu confio que tendo o governador que nós temos, que é poeta, que é contista, nós vamos ter condições de realizar um bom trabalho. Eu estou vendo que esse apoio, que chega a ser assustador, eu tenho o apoio do governo do estado, estou verificando a implantação de um bom projeto, inclusive com estatais, nós estamos bem adiantados. Nós estamos reproduzindo a organização do Ministério da Cultura, inclusive com projetos setoriais, como artes plásticas, dança, música, arte digital. Nós vamos trabalhar e fazer propostas para definir o destino cultural do estado. É uma coisa meio difícil, pode até parecer demagógico, mas é que nós temos uma comunidade cultural muito ativa no Rio Grande do Sul. E eu me surpreendo o quanto ela é criativa, o quanto tem pessoas com boas ideias, e nós vamos atrás disso. O temor de que possa dar errado há, digamos assim, e isso faz parte da vida.</p>
<p><strong>Há comentários de que o senhor poderia estar aqui bem mais como uma entidade representativa do que, digamos assim, como o tocador das atividades. Mas à medida que você colocas a sua história numa vidraça, é para tomar as rédeas, não é?</strong></p>
<p>Sabe que ninguém me perguntou isso. Eu sei o que as pessoas pensam, claro, natural. Mas eu, no decorrer desses 40 dias – parece que já faz um monte, mas são 40 dias –, eu me vi muito mais administrador do que eu achei que seria. Na verdade, eu estou no trabalho, eu tenho pessoas muito boas, realmente admiráveis. Por outro lado, tem uma coisa que as favorece muito que é a juventude. Eu sou o mais velho de todos. São todas pessoas aí na casa dos 30 anos, não mais do que isso. Pessoas muito batalhadoras, muito fortes e que estão comigo. A gente traça as diretrizes e vamos trabalhar nisso. Eu estou no comando e eu respondo pela Secretaria, seja para o bem ou para o mal. Se eu não estiver no comando, eu não vou ter como responder depois. Então eu preciso ser responsável e é essa a resposta que eu tenho que dar à comunidade cultural.</p>
<p><em>Em fevereiro, CineSemana publica uma série com entrevistas com os novos secretários de estado da cultura do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Na semana que vem, Cesar Souza Junior.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2011/02/11/para-colocar-a-cultura-do-rs-no-compasso-do-seculo-21/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil vai de &#8220;Lula&#8221; para o Oscar</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2010/09/23/brasil-vai-de-lula-para-o-oscar/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2010/09/23/brasil-vai-de-lula-para-o-oscar/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 18:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: O Filho do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=3721</guid>
		<description><![CDATA[
E eis que o Brasil escolheu o seu representante para tentar uma das cinco indicações ao Oscar de melhor filme em língua estrangeira, e o selecionado foi Lula: O Filho do Brasil, de Fábio Barreto.
Não dá pra dizer que a escolha foi absurda. Os outros candidatos eram As Melhores Coisas do Mundo, A Suprema Felicidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3722" title="lula" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2010/09/lula.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>E eis que o Brasil escolheu o seu representante para tentar uma das cinco indicações ao Oscar de melhor filme em língua estrangeira, e o selecionado foi <strong><em>Lula: O Filho do Brasil</em></strong>, de Fábio Barreto.</p>
<p>Não dá pra dizer que a escolha foi absurda. Os outros candidatos eram <em>As Melhores Coisas do Mundo</em>, <em>A Suprema Felicidade, Antes que o Mundo Acabe, Bróder!, Carregadoras de Sonhos, Cabeça a Prêmio, Cinco Vezes Favela:Agora Por Nós Mesmos, Chico Xavier, É Proibido Fumar, Em Teu Nome, Hotel Atlântico, Nosso Lar, Olhos Azuis, Ouro Negro, O Bem Amado, O Grão, Os Inquilinos, Os Famosos e os Duendes da Morte, Quincas Berro D&#8217;Água, Reflexões de um Liquidificador, Sonhos Roubados </em>e <em>Utopia e Barbárie</em>.</p>
<p>A questão é que o apontamento da cinebiografia de Lula gera desconforto: o filme claramente usa tintas mais do que positivas para envernizar a trajetória pessoal de Luiz Inácio (é, enfim, um filme de ficção), ao mesmo tempo em que o país está em período eleitoral e o presidente-protagonista é cabo-eleitoral de um dos candidatos; simultaneamente, há ainda a questão de que muitos dos jurados que atuaram na escolha ocupam cargos de indicação política em ministérios, secretarias, agências, etc. É claro que não se espera que alguém tenha sido obrigado ou constrangido a nada. Mas é aquela coisa&#8230; é &#8220;meio chato&#8221;, pra dizer o mínimo.</p>
<p>O júri que indicou <em>Lula: O Filho do Brasil</em> foi formado por representantes do Ministério da Cultura, da Secretaria do Audiovisual, da Agência Nacional de Cinema e da Academia Brasileira de Cinema: Cássio Henrique Starling Carlos, Clélia Bessa, Elisa Tolomelli, Frederico Hermann Barbosa Maia, Jean Claude Bernardet, Leon Cakoff, Márcia Lellis de Souza Amaral, Mariza Leão Salles de Rezende e Roberto Farias.</p>
<p>De acordo com Roberto Farias, presidente da Academia Brasileira de Cinema, a decisão ocorreu por unanimidade.  E tudo indica que a estratégia foi usar a figura conhecida internacionalmente de Lula para aumentar as possibilidades de uma indicação. A própria declaração do secretário do Audiovisual, Newton Cannito, à <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/803467-filme-lula-vai-representar-o-brasil-em-disputa-por-vaga-ao-oscar.shtml">Folha </a>vem confirmar a possibilidade: &#8220;É o filme que tem mais chance de ganhar esse prêmio. Não é o melhor nem o mais popular&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2010/09/23/brasil-vai-de-lula-para-o-oscar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lei de direitos autorais em reforma</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2010/07/13/lei-de-direitos-autorais-em-reforma/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2010/07/13/lei-de-direitos-autorais-em-reforma/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 22:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=3564</guid>
		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura está reformando a lei de direitos autorais, instrumento de suma importância para regulamentar, entre outras coisas, o funcionamento do meio cultural.
Todo cidadão tem direito a opinar sobre as propostas de mudança, e pode fazê-lo através da internet até o dia 28 de julho.
O endereço é www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral.
Vai lá.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Cultura está reformando a lei de direitos autorais, instrumento de suma importância para regulamentar, entre outras coisas, o funcionamento do meio cultural.</p>
<p>Todo cidadão tem direito a opinar sobre as propostas de mudança, e pode fazê-lo através da internet até o dia 28 de julho.</p>
<p>O endereço é <a href="www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral">www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral</a>.</p>
<p>Vai lá.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2010/07/13/lei-de-direitos-autorais-em-reforma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O fim da novela Polanski</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2010/07/13/o-fim-da-novela-polanski/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2010/07/13/o-fim-da-novela-polanski/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 22:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Roman Polanski]]></category>
		<category><![CDATA[Samantha Geimer]]></category>
		<category><![CDATA[Suiça]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=3562</guid>
		<description><![CDATA[Acabou ontem, segunda-feira, a infindável novela Roman Polanski.
O cineasta franco-polonês, que estava preso na Suíça até que fosse julgado o pedido de extradição feito pelos Estados Unidos, foi libertado. A justiça suíça retirou qualquer acusação que havia sobre o réu, que se mandou do país e ninguém até agora sabe para onde ele foi.
Aparentemente, apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou ontem, segunda-feira, a infindável novela Roman Polanski.</p>
<p>O cineasta franco-polonês, que estava preso na Suíça até que fosse julgado o pedido de extradição feito pelos Estados Unidos, foi libertado. A justiça suíça retirou qualquer acusação que havia sobre o réu, que se mandou do país e ninguém até agora sabe para onde ele foi.</p>
<p>Aparentemente, apenas os Estados Unidos se mostraram contrariados com a sentença. Profissionais e artistas do do meio cinematográfico, a família de Polanski e até a própria vítima ficaram satisfeitos com o encerramento do caso e a libertação do cineasta.</p>
<p>Samantha Geimer, que em 1977, aos 13 anos, manteve relações sexuais consideradas ilegais com o diretor, afirmou para uma rádio francesa que aprova a decisão judicial.</p>
<p>Também ficamos livres nós todos, que não aguentávamos mais este assunto. Que Polanski nos brinde com mais ação à frente das câmeras e menos barracos policiais.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2010/07/13/o-fim-da-novela-polanski/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CineSemana viu Lula: O Filho do Brasil</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/12/17/cinesemana-viu-lula-o-filho-do-brasil/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2009/12/17/cinesemana-viu-lula-o-filho-do-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 03:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Barreto]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: O Filho do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=3073</guid>
		<description><![CDATA[Então, eis que ontem assisti ao muy polêmico Lula: O Filho do Brasil, que deve ser lançados em mais de 500 salas brasileiras em janeiro. Enquanto preparo algo assim um pouquinho mais pensado pra edição impressa do CineSemana, deixo aqui minhas primeiras impressões.
- Não há como fugir da categorização: o filme é, sim, um dramalhão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então, eis que ontem assisti ao muy polêmico <em><strong>Lula: O Filho do Brasil</strong></em>, que deve ser lançados em mais de 500 salas brasileiras em janeiro. Enquanto preparo algo assim um pouquinho mais pensado pra edição impressa do CineSemana, deixo aqui minhas primeiras impressões.</p>
<p>- Não há como fugir da categorização: o filme é, sim, um dramalhão. Até mesmo seu diretor, Fábio Barreto, não tentou fugir do rótulo, e deixou bem claro que o objetivo disso é &#8220;chegar no grande público&#8221;. Trilha marcadíssima, invasiva, sublinhando cada ação e dando tom de ato heroico.</p>
<p>- Aliás, sobre isso, foi Fábio Barreto quem disse: o personagem Aristides (pai de Lula) é mostrado <em>apenas</em> em suas características ruins no intuito de deixá-lo bem caracterizado como o vilão na estrutura dramática (muy simplória) do filme. O que nos permite concluir que Lula só é mostrado em suas características positivas para ficar caracterizado com o heroi. E assim é, de fato, no filme.</p>
<p>- O problema é que, até onde eu havia entendido, o objetivo do longa-metragem era, entre outros, mostrar a &#8220;faceta humana&#8221; de Lula. A questão é que humanidade e perfeição não casam. É preciso que haja erros, problemas, defeitos para que haja qualquer humanidade. Herois não são humanos, são melhores que humanos. Colocar qualquer personagem que não seja Clarks Kents e Peters Parkers nessa categoria é pura demência.</p>
<p>- O filme é bem feito. O som é excelente. A captação direta é nota 10. Tecnicamente, não há do que reclamar.</p>
<p>- Incomoda o caráter pedagógico da fita, que explica tudinho, quase <em>desenha</em>, pra ficar tudo <em>bem claro</em>, saca?</p>
<p>- A desde o princípio imorredoura questão se o filme é ou não propaganda irritou bastante o clã Barreto presente na sessão (Fábio, diretor; Paula, sua irmã produtora; e seus pais Luiz Carlos e Lucy, também produtores da LC Barreto). Mas a questão absolutamente não é esta, me parece.</p>
<p>- Todo filme, ainda mais um filme muito popular, participa na construção da memória. O que é acentuadíssimo pelo fato de que, no caso específico da história de vida de Lula, não há quase imagens públicas e muito pouco se conhece sobre o assunto. A memória mediada será para sempre a única disponível para a imensa maioria das pessoas. O que acentua a importância do longa-metragem.</p>
<p>- Este filme terá, por exemplo, muito mais importância na memória sobre o Lula homem antes da presidência do que <em><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAkQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.imdb.com%2Ftitle%2Ftt0108052%2F&amp;ei=4JkpS_bKFNDIlAfss-ilBw&amp;usg=AFQjCNGuobT05Q2UMYrTNVv3Rsktk5mmlg&amp;sig2=ci8JEE4-ecqYan9FDGFDWg">A Lista de Schindler</a></em> teve na luta pela memória sobre a Segunda Guerra ou de <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAkQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.imdb.com%2Ftitle%2Ftt0765432%2F&amp;ei=CJopS8bGGoyklAfOuMGjBw&amp;usg=AFQjCNEcc-deL1GO6hnl_ei9THSdRx_iQA&amp;sig2=oVaqP7tI7M7zo_BgY6rkNw"><em>O Grupo Baader-Meinhof </em></a>sobre a RAF alemã.</p>
<p>- O começo do filme, que ressalta que não foi utilizada nenhuma lei de incentivo para captação de recursos, mas agradece e dá grande destaque aos variados patrocinadores que aceitaram investir no longa, gerou risinhos constrangidos do público (mesmo que constituído unicamente de jornalistas e convidados) cada vez que a logomarca de uma empreiteira aparecia, dançava pela telona, e depois desaparecia.</p>
<p>- O objetivo declarado da produtora Paula Barreto é ultrapassar a barreira de 1 milhão de espectadores. A de seu pai, Luiz Carlos, é que <em>Lula: O Filho do Brasil</em> se torne a maior bilheteria da história do cinema brasileiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2009/12/17/cinesemana-viu-lula-o-filho-do-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novela Polanski mais perto de um fim</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/12/01/novela-polanski-mais-perto-de-um-fim/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2009/12/01/novela-polanski-mais-perto-de-um-fim/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Roman Polanski]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=3031</guid>
		<description><![CDATA[Se você acha muito chata &#8220;Viver a Vida&#8221;, o que dizer então dessa novela envolvendo Roman Polanski, sua prisão na Suíça, pedido de extradição para os Estados Unidos e campanhas por sua soltura junto aos colegas das artes?
Pois agora, tudo indica, o cineasta franco-polonês deverá mesmo cumprir prisão domiciliar e era isso.
Só sinto alívio. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você acha muito chata &#8220;Viver a Vida&#8221;, o que dizer então dessa novela envolvendo Roman Polanski, sua prisão na Suíça, pedido de extradição para os Estados Unidos e campanhas por sua soltura junto aos colegas das artes?</p>
<p>Pois agora, tudo indica, o cineasta franco-polonês <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u659643.shtml">deverá mesmo cumprir prisão domiciliar</a> e era isso.</p>
<p>Só sinto alívio. Não por Polanki, nem por sua suposta vítima à época (1977). <strong>Mas por nós</strong>.</p>
<p>Sinceramente, nada mais cansativo do que meses de debates sobre um crime de natureza <em>sexual </em>envolvendo apenas argumentos de natureza <em>artística</em>.</p>
<p>Passemos para a próxima novela sem fim do show bizz, sim?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2009/12/01/novela-polanski-mais-perto-de-um-fim/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Academia de Hollywood convida 134 para virarem membros</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/07/01/academia-de-hollywood-convida-134-para-virarem-membros/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2009/07/01/academia-de-hollywood-convida-134-para-virarem-membros/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 13:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Holywwod]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=2445</guid>
		<description><![CDATA[A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas convidou 134 novos profissionais da indústria para fazerem parte de seus quadros.
Entre os novos convidados (que ainda precisam dar o aceite para virarem efetivamente membros), muitas estrelas, como os atores James Franco, Michael Cera, Anne Hathaway, Emile Hirsch, James McAvoy, Seth Rogen, Amy Ryan e o apresentador da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas convidou 134 novos profissionais da indústria para fazerem parte de seus quadros.</p>
<p>Entre os novos convidados (que ainda precisam dar o aceite para virarem efetivamente membros), muitas estrelas, como os atores James Franco, Michael Cera, Anne Hathaway, Emile Hirsch, James McAvoy, Seth Rogen, Amy Ryan e o apresentador da última cerimônia do Academy Awards, Hugh Jackman.</p>
<p>Outros profissionais que já gozavam de muito prestígio só agora receberam o convite, como o diretor vencedor do último Oscar, Danny Boyle, e o compositor Clint Mansell, criador de trilhas marcantes como as de <em><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.imdb.com%2Ftitle%2Ftt0180093%2F&amp;ei=x2NLSq3PO96LtgfZupWcDQ&amp;usg=AFQjCNHKJmCE3v888Wpc4czjcUa2ESiaYw&amp;sig2=AbumZTowy6VNctbUV851fw">Réquiem para um Sonho</a></em> e <em><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.imdb.com%2Ftitle%2Ftt1125849%2F&amp;ei=tWNLSqXHKJfKtgeJ7vibDQ&amp;usg=AFQjCNHeMOac2d48DTX68lGOHPvUUfcLAQ&amp;sig2=lxIW7TLJj6_Uihv_tR47DQ">O Lutador</a></em>.</p>
<p>Ao todo, o número de membros da Academia não passa de 6 mil. São eles que votam e escolhem os vencedores da maior premiação da indústria do cinema.</p>
<p>Veja a <a href="http://www.variety.com/article/VR1118005544.html?categoryid=13&amp;cs=1&amp;ref=bd_film">lista completa dos novos convidados</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2009/07/01/academia-de-hollywood-convida-134-para-virarem-membros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Autora de Persépolis faz apelo contra a violência no Irã</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/06/25/autora-de-persepolis-faz-apelo-contra-a-violencia-no-ira/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2009/06/25/autora-de-persepolis-faz-apelo-contra-a-violencia-no-ira/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Marjane Satrapi]]></category>
		<category><![CDATA[Persépolis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=2421</guid>
		<description><![CDATA[
O Drawn!, blog tradicional sobre cartoon e ilustração, publicou uma mensagem que seria de autoria de Marjane Satrapi, a iraniana autora de Persépolis.
Na nota, ela conclama as pessoas para assinem uma petição na ONU &#8220;para acabar com a violência, prisões e torturas no Irã&#8221;.
Marjane conclui dizendo que &#8220;a situação está muito muito feia&#8221; por lá.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2422" title="persepolis" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/06/persepolis.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>O <a href="http://drawn.ca/2009/06/25/satrapi-iran-petitio/">Drawn!</a>, blog tradicional sobre cartoon e ilustração, publicou uma mensagem que seria de autoria de Marjane Satrapi, a iraniana autora de <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0808417/">Persépolis</a></em>.</p>
<p>Na nota, ela conclama as pessoas para assinem uma <a href="http://www.petitiononline.com/12June/petition.html">petição na ONU</a> &#8220;para acabar com a violência, prisões e torturas no Irã&#8221;.</p>
<p>Marjane conclui dizendo que &#8220;a situação está muito muito feia&#8221; por lá.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2424" title="ira" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/06/ira.jpg" alt="" width="500" height="298" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2009/06/25/autora-de-persepolis-faz-apelo-contra-a-violencia-no-ira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lula vira personagem em South Park</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/04/16/lula-vira-personagem-em-south-park/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2009/04/16/lula-vira-personagem-em-south-park/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 17:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[South Park]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=1826</guid>
		<description><![CDATA[




Está aí a imagem para provar. O Lula em versão animada apareceu no episódio Pinewood Derby que foi ar ontem, quarta-feira, em South Park. Conforme a descrição do episódio feita pela Folha Online, a participação não é das mais abonadoras, digamos assim.
Via A Nova Corja.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_1825" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1825 " title="Lula em South Park" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/04/lulasouthpark.jpg" alt="Lula em South Park" width="450" height="240" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Está aí a imagem para provar. O Lula em versão animada apareceu no episódio <em>Pinewood Derby</em> que foi ar ontem, quarta-feira, em <em>South Park</em>. Conforme a descrição do episódio feita pela <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u551549.shtml">Folha Online</a>, a participação não é das mais abonadoras, digamos assim.</p>
<p>Via <a href="http://www.novacorja.org/?p=5058">A Nova Corja</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2009/04/16/lula-vira-personagem-em-south-park/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os antecessores de Obama no cinema</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/01/20/os-antecessores-de-obama-no-cinema/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2009/01/20/os-antecessores-de-obama-no-cinema/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 19:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[presidentes negros no cinema]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cinesemana.com.br/?p=1056</guid>
		<description><![CDATA[Como o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, tanto alarde em torno da posse de Barack Obama, se justifica. Mas inúmeros outros negros já comandaram a Casa Branca no cinema e na TV, causando, é óbvio, bem menos alarde. Relembremos:
James Earls Jones como o presidente Douglas Dilman em The Man, 1972:

Tommy Lister como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, tanto alarde em torno da posse de Barack Obama, se justifica. Mas inúmeros outros negros já comandaram a Casa Branca no cinema e na TV, causando, é óbvio, bem menos alarde. Relembremos:</p>
<p><strong>James Earls Jones como o presidente Douglas Dilman em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0068912/"><em>The Man</em></a>, 1972:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1060" title="dilman" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dilman.jpg" alt="" width="476" height="357" /></p>
<p><strong>Tommy Lister como o presidente Lindberg em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0119116/"><em>O Quinto Elemento</em></a>, 1997:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1061" title="fifthelement" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fifthelement.jpg" alt="" width="500" height="225" /></p>
<p><strong>Morgan Freeman como o presidente Tom Beck em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0120647/"><em>Impacto Profundo</em></a>, 1998:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1062" title="freeman" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/freeman.jpg" alt="" width="500" height="250" /></p>
<p><strong>Dennis Haysbert e D. B. Woodside como os presidente David e Wayne Palmer na série <a href="http://www.imdb.com/title/tt0285331/"><em>24 Horas</em></a>:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1066" title="palmers1" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/palmers1.jpg" alt="" width="500" height="140" /></p>
<p><strong>Chris Rock como o presidente democrata Mays Gilliam em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0325537/"><em>Um Pobretão na Casa Branca</em></a>, 2003:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1064" title="chrisrock" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/chrisrock.jpg" alt="" width="483" height="315" /></p>
<p><strong>Danny Glover chegará à tela este ano como o presidente Wilson em <a href="http://www.imdb.com/title/tt1190080/"><em>2012</em></a>:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1065" title="glover" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/glover.jpg" alt="" width="450" height="312" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cinesemana.com.br/2009/01/20/os-antecessores-de-obama-no-cinema/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

