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	<title>Blog do jornal CineSemana &#187; Política</title>
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		<title>Lei de direitos autorais em reforma</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 22:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[direito autoral]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura está reformando a lei de direitos autorais, instrumento de suma importância para regulamentar, entre outras coisas, o funcionamento do meio cultural.
Todo cidadão tem direito a opinar sobre as propostas de mudança, e pode fazê-lo através da internet até o dia 28 de julho.
O endereço é www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral.
Vai lá.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Cultura está reformando a lei de direitos autorais, instrumento de suma importância para regulamentar, entre outras coisas, o funcionamento do meio cultural.</p>
<p>Todo cidadão tem direito a opinar sobre as propostas de mudança, e pode fazê-lo através da internet até o dia 28 de julho.</p>
<p>O endereço é <a href="www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral">www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral</a>.</p>
<p>Vai lá.</p>
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		<title>O fim da novela Polanski</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2010/07/13/o-fim-da-novela-polanski/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 22:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Roman Polanski]]></category>
		<category><![CDATA[Samantha Geimer]]></category>
		<category><![CDATA[Suiça]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabou ontem, segunda-feira, a infindável novela Roman Polanski.
O cineasta franco-polonês, que estava preso na Suíça até que fosse julgado o pedido de extradição feito pelos Estados Unidos, foi libertado. A justiça suíça retirou qualquer acusação que havia sobre o réu, que se mandou do país e ninguém até agora sabe para onde ele foi.
Aparentemente, apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabou ontem, segunda-feira, a infindável novela Roman Polanski.</p>
<p>O cineasta franco-polonês, que estava preso na Suíça até que fosse julgado o pedido de extradição feito pelos Estados Unidos, foi libertado. A justiça suíça retirou qualquer acusação que havia sobre o réu, que se mandou do país e ninguém até agora sabe para onde ele foi.</p>
<p>Aparentemente, apenas os Estados Unidos se mostraram contrariados com a sentença. Profissionais e artistas do do meio cinematográfico, a família de Polanski e até a própria vítima ficaram satisfeitos com o encerramento do caso e a libertação do cineasta.</p>
<p>Samantha Geimer, que em 1977, aos 13 anos, manteve relações sexuais consideradas ilegais com o diretor, afirmou para uma rádio francesa que aprova a decisão judicial.</p>
<p>Também ficamos livres nós todos, que não aguentávamos mais este assunto. Que Polanski nos brinde com mais ação à frente das câmeras e menos barracos policiais.</p>
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		<title>CineSemana viu Lula: O Filho do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 03:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Barreto]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Lula: O Filho do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>

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		<description><![CDATA[Então, eis que ontem assisti ao muy polêmico Lula: O Filho do Brasil, que deve ser lançados em mais de 500 salas brasileiras em janeiro. Enquanto preparo algo assim um pouquinho mais pensado pra edição impressa do CineSemana, deixo aqui minhas primeiras impressões.
- Não há como fugir da categorização: o filme é, sim, um dramalhão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então, eis que ontem assisti ao muy polêmico <em><strong>Lula: O Filho do Brasil</strong></em>, que deve ser lançados em mais de 500 salas brasileiras em janeiro. Enquanto preparo algo assim um pouquinho mais pensado pra edição impressa do CineSemana, deixo aqui minhas primeiras impressões.</p>
<p>- Não há como fugir da categorização: o filme é, sim, um dramalhão. Até mesmo seu diretor, Fábio Barreto, não tentou fugir do rótulo, e deixou bem claro que o objetivo disso é &#8220;chegar no grande público&#8221;. Trilha marcadíssima, invasiva, sublinhando cada ação e dando tom de ato heroico.</p>
<p>- Aliás, sobre isso, foi Fábio Barreto quem disse: o personagem Aristides (pai de Lula) é mostrado <em>apenas</em> em suas características ruins no intuito de deixá-lo bem caracterizado como o vilão na estrutura dramática (muy simplória) do filme. O que nos permite concluir que Lula só é mostrado em suas características positivas para ficar caracterizado com o heroi. E assim é, de fato, no filme.</p>
<p>- O problema é que, até onde eu havia entendido, o objetivo do longa-metragem era, entre outros, mostrar a &#8220;faceta humana&#8221; de Lula. A questão é que humanidade e perfeição não casam. É preciso que haja erros, problemas, defeitos para que haja qualquer humanidade. Herois não são humanos, são melhores que humanos. Colocar qualquer personagem que não seja Clarks Kents e Peters Parkers nessa categoria é pura demência.</p>
<p>- O filme é bem feito. O som é excelente. A captação direta é nota 10. Tecnicamente, não há do que reclamar.</p>
<p>- Incomoda o caráter pedagógico da fita, que explica tudinho, quase <em>desenha</em>, pra ficar tudo <em>bem claro</em>, saca?</p>
<p>- A desde o princípio imorredoura questão se o filme é ou não propaganda irritou bastante o clã Barreto presente na sessão (Fábio, diretor; Paula, sua irmã produtora; e seus pais Luiz Carlos e Lucy, também produtores da LC Barreto). Mas a questão absolutamente não é esta, me parece.</p>
<p>- Todo filme, ainda mais um filme muito popular, participa na construção da memória. O que é acentuadíssimo pelo fato de que, no caso específico da história de vida de Lula, não há quase imagens públicas e muito pouco se conhece sobre o assunto. A memória mediada será para sempre a única disponível para a imensa maioria das pessoas. O que acentua a importância do longa-metragem.</p>
<p>- Este filme terá, por exemplo, muito mais importância na memória sobre o Lula homem antes da presidência do que <em><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAkQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.imdb.com%2Ftitle%2Ftt0108052%2F&amp;ei=4JkpS_bKFNDIlAfss-ilBw&amp;usg=AFQjCNGuobT05Q2UMYrTNVv3Rsktk5mmlg&amp;sig2=ci8JEE4-ecqYan9FDGFDWg">A Lista de Schindler</a></em> teve na luta pela memória sobre a Segunda Guerra ou de <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAkQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.imdb.com%2Ftitle%2Ftt0765432%2F&amp;ei=CJopS8bGGoyklAfOuMGjBw&amp;usg=AFQjCNEcc-deL1GO6hnl_ei9THSdRx_iQA&amp;sig2=oVaqP7tI7M7zo_BgY6rkNw"><em>O Grupo Baader-Meinhof </em></a>sobre a RAF alemã.</p>
<p>- O começo do filme, que ressalta que não foi utilizada nenhuma lei de incentivo para captação de recursos, mas agradece e dá grande destaque aos variados patrocinadores que aceitaram investir no longa, gerou risinhos constrangidos do público (mesmo que constituído unicamente de jornalistas e convidados) cada vez que a logomarca de uma empreiteira aparecia, dançava pela telona, e depois desaparecia.</p>
<p>- O objetivo declarado da produtora Paula Barreto é ultrapassar a barreira de 1 milhão de espectadores. A de seu pai, Luiz Carlos, é que <em>Lula: O Filho do Brasil</em> se torne a maior bilheteria da história do cinema brasileiro.</p>
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		<title>Novela Polanski mais perto de um fim</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 17:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Roman Polanski]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você acha muito chata &#8220;Viver a Vida&#8221;, o que dizer então dessa novela envolvendo Roman Polanski, sua prisão na Suíça, pedido de extradição para os Estados Unidos e campanhas por sua soltura junto aos colegas das artes?
Pois agora, tudo indica, o cineasta franco-polonês deverá mesmo cumprir prisão domiciliar e era isso.
Só sinto alívio. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você acha muito chata &#8220;Viver a Vida&#8221;, o que dizer então dessa novela envolvendo Roman Polanski, sua prisão na Suíça, pedido de extradição para os Estados Unidos e campanhas por sua soltura junto aos colegas das artes?</p>
<p>Pois agora, tudo indica, o cineasta franco-polonês <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u659643.shtml">deverá mesmo cumprir prisão domiciliar</a> e era isso.</p>
<p>Só sinto alívio. Não por Polanki, nem por sua suposta vítima à época (1977). <strong>Mas por nós</strong>.</p>
<p>Sinceramente, nada mais cansativo do que meses de debates sobre um crime de natureza <em>sexual </em>envolvendo apenas argumentos de natureza <em>artística</em>.</p>
<p>Passemos para a próxima novela sem fim do show bizz, sim?</p>
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		<title>Academia de Hollywood convida 134 para virarem membros</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 13:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Holywwod]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas convidou 134 novos profissionais da indústria para fazerem parte de seus quadros.
Entre os novos convidados (que ainda precisam dar o aceite para virarem efetivamente membros), muitas estrelas, como os atores James Franco, Michael Cera, Anne Hathaway, Emile Hirsch, James McAvoy, Seth Rogen, Amy Ryan e o apresentador da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas convidou 134 novos profissionais da indústria para fazerem parte de seus quadros.</p>
<p>Entre os novos convidados (que ainda precisam dar o aceite para virarem efetivamente membros), muitas estrelas, como os atores James Franco, Michael Cera, Anne Hathaway, Emile Hirsch, James McAvoy, Seth Rogen, Amy Ryan e o apresentador da última cerimônia do Academy Awards, Hugh Jackman.</p>
<p>Outros profissionais que já gozavam de muito prestígio só agora receberam o convite, como o diretor vencedor do último Oscar, Danny Boyle, e o compositor Clint Mansell, criador de trilhas marcantes como as de <em><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.imdb.com%2Ftitle%2Ftt0180093%2F&amp;ei=x2NLSq3PO96LtgfZupWcDQ&amp;usg=AFQjCNHKJmCE3v888Wpc4czjcUa2ESiaYw&amp;sig2=AbumZTowy6VNctbUV851fw">Réquiem para um Sonho</a></em> e <em><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.imdb.com%2Ftitle%2Ftt1125849%2F&amp;ei=tWNLSqXHKJfKtgeJ7vibDQ&amp;usg=AFQjCNHeMOac2d48DTX68lGOHPvUUfcLAQ&amp;sig2=lxIW7TLJj6_Uihv_tR47DQ">O Lutador</a></em>.</p>
<p>Ao todo, o número de membros da Academia não passa de 6 mil. São eles que votam e escolhem os vencedores da maior premiação da indústria do cinema.</p>
<p>Veja a <a href="http://www.variety.com/article/VR1118005544.html?categoryid=13&amp;cs=1&amp;ref=bd_film">lista completa dos novos convidados</a>.</p>
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		<title>Autora de Persépolis faz apelo contra a violência no Irã</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/06/25/autora-de-persepolis-faz-apelo-contra-a-violencia-no-ira/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Marjane Satrapi]]></category>
		<category><![CDATA[Persépolis]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Drawn!, blog tradicional sobre cartoon e ilustração, publicou uma mensagem que seria de autoria de Marjane Satrapi, a iraniana autora de Persépolis.
Na nota, ela conclama as pessoas para assinem uma petição na ONU &#8220;para acabar com a violência, prisões e torturas no Irã&#8221;.
Marjane conclui dizendo que &#8220;a situação está muito muito feia&#8221; por lá.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2422" title="persepolis" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/06/persepolis.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>O <a href="http://drawn.ca/2009/06/25/satrapi-iran-petitio/">Drawn!</a>, blog tradicional sobre cartoon e ilustração, publicou uma mensagem que seria de autoria de Marjane Satrapi, a iraniana autora de <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0808417/">Persépolis</a></em>.</p>
<p>Na nota, ela conclama as pessoas para assinem uma <a href="http://www.petitiononline.com/12June/petition.html">petição na ONU</a> &#8220;para acabar com a violência, prisões e torturas no Irã&#8221;.</p>
<p>Marjane conclui dizendo que &#8220;a situação está muito muito feia&#8221; por lá.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2424" title="ira" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/06/ira.jpg" alt="" width="500" height="298" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lula vira personagem em South Park</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/04/16/lula-vira-personagem-em-south-park/</link>
		<comments>http://www.cinesemana.com.br/2009/04/16/lula-vira-personagem-em-south-park/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 17:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[South Park]]></category>

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Está aí a imagem para provar. O Lula em versão animada apareceu no episódio Pinewood Derby que foi ar ontem, quarta-feira, em South Park. Conforme a descrição do episódio feita pela Folha Online, a participação não é das mais abonadoras, digamos assim.
Via A Nova Corja.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_1825" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1825 " title="Lula em South Park" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/04/lulasouthpark.jpg" alt="Lula em South Park" width="450" height="240" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Está aí a imagem para provar. O Lula em versão animada apareceu no episódio <em>Pinewood Derby</em> que foi ar ontem, quarta-feira, em <em>South Park</em>. Conforme a descrição do episódio feita pela <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u551549.shtml">Folha Online</a>, a participação não é das mais abonadoras, digamos assim.</p>
<p>Via <a href="http://www.novacorja.org/?p=5058">A Nova Corja</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os antecessores de Obama no cinema</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/01/20/os-antecessores-de-obama-no-cinema/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 19:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>
		<category><![CDATA[presidentes negros no cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, tanto alarde em torno da posse de Barack Obama, se justifica. Mas inúmeros outros negros já comandaram a Casa Branca no cinema e na TV, causando, é óbvio, bem menos alarde. Relembremos:
James Earls Jones como o presidente Douglas Dilman em The Man, 1972:

Tommy Lister como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, tanto alarde em torno da posse de Barack Obama, se justifica. Mas inúmeros outros negros já comandaram a Casa Branca no cinema e na TV, causando, é óbvio, bem menos alarde. Relembremos:</p>
<p><strong>James Earls Jones como o presidente Douglas Dilman em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0068912/"><em>The Man</em></a>, 1972:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1060" title="dilman" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/dilman.jpg" alt="" width="476" height="357" /></p>
<p><strong>Tommy Lister como o presidente Lindberg em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0119116/"><em>O Quinto Elemento</em></a>, 1997:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1061" title="fifthelement" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fifthelement.jpg" alt="" width="500" height="225" /></p>
<p><strong>Morgan Freeman como o presidente Tom Beck em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0120647/"><em>Impacto Profundo</em></a>, 1998:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1062" title="freeman" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/freeman.jpg" alt="" width="500" height="250" /></p>
<p><strong>Dennis Haysbert e D. B. Woodside como os presidente David e Wayne Palmer na série <a href="http://www.imdb.com/title/tt0285331/"><em>24 Horas</em></a>:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1066" title="palmers1" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/palmers1.jpg" alt="" width="500" height="140" /></p>
<p><strong>Chris Rock como o presidente democrata Mays Gilliam em <a href="http://www.imdb.com/title/tt0325537/"><em>Um Pobretão na Casa Branca</em></a>, 2003:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1064" title="chrisrock" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/chrisrock.jpg" alt="" width="483" height="315" /></p>
<p><strong>Danny Glover chegará à tela este ano como o presidente Wilson em <a href="http://www.imdb.com/title/tt1190080/"><em>2012</em></a>:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1065" title="glover" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/01/glover.jpg" alt="" width="450" height="312" /></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mano Changes: não vou fazer lei pra abolir gravata</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2008/11/14/mano-changes-nao-vou-fazer-lei-pra-abolir-gravata/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 17:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julia Dantas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Como o Gustavo já tinha anunciado, entrevistamos o Mano Changes essa semana. O deputado nos recebeu no seu gabinete na Assembléia Legislativa para um informal bate papo sobre o encontro entre arte e política. A íntegra da nossa conversa você confere abaixo, mas posso dizer que foi um alívio entrevistar um político que não fugiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como o Gustavo já tinha anunciado, entrevistamos o Mano Changes essa semana. O deputado nos recebeu no seu gabinete na Assembléia Legislativa para um informal bate papo sobre o encontro entre arte e política. A íntegra da nossa conversa você confere abaixo, mas posso dizer que foi um alívio entrevistar um político que não fugiu das perguntas. Confira:</p>
<p><a href="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_01641.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-783" title="dsc_01641" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_01641.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Vocalista da banda Comunidade Nin-Jitsu e deputado estadual eleito com 43 mil votos, Mano Changes é a pessoa mais irreverente que se poderia encontrar na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. Nesta entrevista exclusiva, ele mostra como equilibra a vida de músico e a de político, declara sua opinião sobre a descriminalização da maconha e conta o que acontece quando 54 engomadinhos dividem o mesmo espaço com o autor de músicas como <em>Ah, Eu Tô Sem Erva</em>, <em>Merda de Bar</em> e seu mais recente sucesso, <em>Chuva nas Calcinha</em>.</p>
<p><strong>Por que entrar na política quando você já tinha uma carreira artística consolidada de sucesso?</strong><br />
Tenho, né, a música é a minha profissão, é o amor da minha vida, o que me faz feliz e eu nunca posso deixar de conviver com o palco e as pessoas que gostam das músicas que a gente compõe. Só que a Comunidade [Nin-Jitsu] sempre foi politicamente incorreta, sempre foi uma banda divertida, mas isso não significa que eu não tinha pretensões de ajudar as pessoas. Eu vi que era a pessoa pública que era o Mano Changes pra juventude era uma oportunidade de trazer uma pessoa diferente pra Assembléia, que representasse uma galera que não tem voz aqui ou que não se sente à vontade de estar na Assembléia.<br />
Eu queria contribuir, ajudar e usar um pouco da experiência de vida que eu tenho pra trazer mais representatividade pro jovem. Hoje um dos maiores problemas do nosso País é a falta de oportunidade de emprego pro jovem que está apto ao mercado de trabalho e eu acredito que uma das causas é a falta de representatividade do jovem na política.</p>
<p><strong>Você diz que a Comunidade é uma banda politicamente incorreta, o que reflete em ti. Como você foi recebido na Assembléia pelos outros deputados?</strong><br />
Eles começaram a conhecer a banda depois que eles me conheceram porque eles vivem em outro mundo, até os mais novos não tinham muita referência do que toca no Rio Grande do Sul, o que a gurizada tá ouvindo. Então as pessoas esperavam o Mano um cara polêmico só por ele ser músico e só por ele ser jovem. Mas eu sou um cara de diálogo, eu sou um cara que respeita muito o que as pessoas tem pra dizer. E acho que a política requer isso. Pra representar alguém, tu tem que saber ouvir esse alguém, e mostrando que eu não tenho ranço político, que eu sou um cara aberto a idéias, independente da onde elas vierem, as pessoas viram um cara de diálogo, com cabeça aberta e isso trouxe respeito. Muita gente disse ‘ah, mas olha só o Mano quer aparecer, ele usa terno e camisa pra fora das calças’. Eu uso porque eu me sinto à vontade. Se tu for pensar na maioria dos jovens que vai a casamento, que vai a debutante,  a gurizada usa camisa pra fora das calças e hoje é fashion até. A gente tem que estar o mais confortável possível pra poder trabalhar sem ferir o regimento interno, que diz que tem que estar de paletó, gravata e camisa no Plenário, mas não interessa como vai estar a camisa e a gravata.</p>
<p><strong>Você guarda uma camisa sobressalente aqui?</strong><br />
Tem, tá ali [aponta para um armário no canto da sala], com certeza. Eu uso gravata mesmo no Plenário só.</p>
<p><strong>Também não tem porque não usar e criar conflito, né?</strong><br />
Não, claro. O Raul Pont disse pra mim ‘ah tu tem que fazer uma lei pra abolir a gravata, e eu te apoio`. Daí eu disse que não ia fazer lei pra abolir gravata, fazer lei pra me privilegiar. Eu estou aqui pra privilegiar as pessoas, não pra eu me sentir mais confortável, gravata é um respeito ao Estado, ao povo e aos eleitores que acreditam na gente também.<br />
<span id="more-781"></span><br />
<strong>Como conciliar a agenda de músico e de deputado, depois de um show dá pra acordar cedo e vir pra Assembléia?</strong><br />
É só não ter vida pessoal [risos]. Dá pra conciliar porque a carga burocrática funcional, a rotina da Assembléia é muito mais na terça, quarta e quinta e os shows são sexta e sábado e nos outros dias eu viajo pra fazer roteiro, e assim a gente vai. Quando viajo com a banda no fim de semana, aproveito para falar com lideranças e colher idéias e isso sem gastar diária da Assembléia porque estou viajando pra fazer shows. Por exemplo, essa semana eu fui jurado em um concurso domingo, fui numa festa em Santo Antônio sábado e aí a gente também fez roteiro no interior, aproveitamos as lacunas para estar perto das pessoas.</p>
<p><strong>O Gilberto Gil, outro artista na política, largou o Ministério dizendo que ia se dedicar a música de novo. O teu plano de vida é continuar equilibrando as duas coisas? </strong><br />
Sim.</p>
<p><strong>Por tempo indeterminado?</strong><br />
Sim, eu acho que eu tenho uma oportunidade única aqui de chamar a atenção do jovem para a importância de ter um representante que proponha melhorias, principalmente, na qualidade da educação. Eu acredito muito que a gente tem que parar de tapar o sol com a peneira e aproximar a escola do aluno através do esporte, da cultura e da inclusão digital com ênfase na internet. Fazer com que a escola tenha essa atração pra que o jovem não seja obrigado, mas tenha prazer de estar lá. Trabalhar aqui é uma cachaça, tu quer continuar, tu quer ver essas coisas acontecerem. Agora, como a Comunidade é uma banda que compõe muito pela espontaneidade, a gente é uma piada interna que se espalhou e nunca esperou fazer sucesso, mas justamente por ser a primeira banda no mundo a misturar baile funk com rock chamou a atenção. Então quando eu estou com a banda, para pintar uma idéia é importante estar perto das pessoas. Uma profissão complementa a outra e eu me sinto muito à vontade nas duas, e durmo tranqüilo porque eu sei que no palco eu atendo as pessoas, dou toda a minha energia, dou todo o meu tesão e aqui [na Assembléia] não faço nada de errado. To há quase dois anos aqui e nunca ninguém sentou na minha frente pra me fazer uma proposta indecorosa.</p>
<p><strong>Ser eleito mudou a tua postura como músico, te preocupa mais em ser politicamente correto, mudou as letras?</strong><br />
Eu acho que a idade faz a gente pensar mais assim do que a própria carreira política. Só que a Comunidade tem um norte, tem uma referência que é a vizinhança de praia quando a gente se divertia, quando a gente ficava ali simplesmente pra zoar. E o próprio <em>Chuva nas calcinha</em>, que foi uma música que tocou no Estado inteiro, não deixa de ser uma música pra mostrar pras pessoas que a Comunidade e o Mano Changes continuam os mesmos. Eu não vou mudar o meu jeito de compor pra contentar possíveis eleitores. Eu acho que as pessoas precisam um pouco de verdade e de autenticidade. Assim como nunca ninguém vai me ver no palco, que pra mim é um lugar sagrado, falando de política. Eu acho que a gurizada que paga pra ver o meu show quer ser divertida, não quer ser instruída politicamente e seria estúpido se eu fizesse isso no meio do show porque os caras iam me tirar pra babaca. Eu deixo ao máximo separadas as coisas, é difícil porque todo mundo acaba misturando, mas eu mantenho a postura de  não querer me beneficiar do palco e não usar a política pra beneficiar a banda também.</p>
<p><strong>Mas a tua fama te beneficiou pra ser eleito&#8230;</strong><br />
Com certeza. Eu não teria o ouvido dos jovens se não fosse a Comunidade Nin Jitsu. Acho que se todos os meus fãs votassem em mim eu teria feito mais de 43 mil votos, por todos os shows, por todo o carinho que nós temos em todas as cidades que a gente vai no estado Rio Grande do Sul. Mas quem me ouviu e viu as minhas propostas na internet, quem viu a importância de aproximar a escola do aluno e ter um representante da galera dentro do parlamento, foi quem votou.</p>
<p><strong>E teu fãs lidaram bem com a tua candidatura?</strong><br />
Certamente, ninguém chegou assim ‘nossa tu vai pôr tua carreira artística fora”, até porque eu sempre fui uma pessoa ponderada, nunca misturei, nunca usei isso pra me aproveitar de nada. Enquanto a sociedade achar que eu sou útil, beleza! Quando a sociedade achar que eu não sou mais útil, e as urnas é que mostram isso, eu vou cuidar da minha vida, dos negócios da minha família, minha banda e vou continuar sendo um cara feliz que dorme tranqüilo, sabendo que aprendi muito. Acho que a gente nunca tá preparado pra nada, a gente tem que tá sempre buscando se preparar porque a vida é dinâmica. E cada vez mais a gente ta amadurecendo politicamente aqui. E agora me sinto preparado, ou vou me preparar, tô sendo ambíguo aqui [risos], mas me sinto praticamente preparado pra presidir a Comissão de Educação [no biênio 2009-2010], e aguardem que a Comissão de Educação não vai mais ser careta como é.</p>
<p><strong>Parece uma vida dupla, tem o músico, de identidade irreverente e contestadora, e tem o deputado, que precisa se colocar num ambiente burocrático e cheio de regras&#8230;</strong><br />
Mas eu continuo sendo irreverente aqui dentro, eu brinco com as pessoas, antes de eles se arriarem em mim eu já me arrio em mim mesmo porque eu sei que é o jeito de blindar. Teve uma vez que eu cheguei todo descabelado, todo amassado de manhã numa comissão de saúde. Eu vi que eles ficaram meio que rindo da minha cara. Daí quando teve um momento Professor Girafales do Chaves, eu disse assim ‘ah vocês estão rindo do meu jeito de me vestir”, daí todos os deputados brincaram e eu disse ‘vocês têm que ser da conta que nós somos 55 aqui na casa: tem um desleixado e 54 engomadinhos, então quem gosta de engomadinho, tem que escolher um entre 54 de vocês pra votar enquanto quem gosta de desleixado vem comigo direto. Quando eu falei aquilo de uma maneira irônica foi muito engraçado porque eu tirei o sorriso do rosto das pessoas de forma categórica, mas brincando, como se fosse uma estratégia mirabolante política minha.</p>
<p><strong>A Comunidade tem diversas letras que falam de maconha, que não é uma apologia, mas está bem explícito. Tu pretende colocar isso no teu discurso político em algum momento?</strong><br />
Esse é um tema que tem que ser tratado com cuidado, porque às vezes pode ser mal interpretado. Mas eu tenho a mesma opinião do Gilberto Gil, por exemplo, eu acho que no momento que tu liberar o consumo ou descriminalizar o uso da maconha tu tira uma das fontes do traficante. E no momento que tu proibir a veiculação comercial dessa drogas lícitas na mídia e que tu usar todo o imposto gerado pelo comércio de qualquer droga para fazer campanhas educativas, tu ta combatendo o tráfico e dizendo que beber é brega, fumar é brega. O que não pode é o cara que fuma maconha ser preso e o álcool, que é uma droga que causa muito mais efeito, é promovido pela menina mais bonita do País na propaganda. Temos que nivelar tudo isso. A maconha só foi proibida no mundo por causa da indústria do nylon, porque cânhamo produzia mais do que ela, e porque era uma cultura dos mexicanos. Foi um jeito dos americanos discriminarem os mexicanos, até pra poder começar a controlar essa questão da imigração. Então eu sou a favor da descriminalização sim, acompanhada de uma trabalho de base, especialmente nas periferias.</p>
<p><strong>E a Lei Seca?</strong><br />
A Lei Seca pra carros tudo bem, mas pra bares é um absurdo. A gente é a favor da conscientização pra que as pessoas não se droguem na noite e não voltem dirigindo, que façam festa de cara limpa. É importante isso porque o Mano é um cara polêmico, o que chama atenção, mas no palco, só toma água. Quando o Mano abre a boca pra falar, a gurizada presta atenção no que ele tem pra dizer, e o Mano diz que se tu tá cara de limpa é muito mais fácil de ficar com uma gatinha na noite porque tu tá muito mais rápido e muito mais acelerado, basta tu ter personalidade. E a última coisa que a menina quer é um cara com bafo de trago, chato, que fica incomodando. A menina tem um papel fundamental na questão da Lei Seca dos carros, porque não pode ser careta o cara deixar o carro e ir pra casa de táxi, isso tem que ser bacana, isso tem que ser positivo. E as mulheres mandam no mundo, elas que precisam dizer “oh, tu não é o galo que vai pegar o carro e dirigir bêbado e não vai acontecer nada, pode acontecer, os reflexos diminuem entendeu? Vamos de táxi que vai tá tudo certo”.</p>
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		<title>Nesta sexta-feira: Mano Changes no CineSemana</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 18:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Mano Changes]]></category>

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		<description><![CDATA[Preparem-se. Eu e a Julia acabamos de voltar da Assembléia Legislativa gaúcha, onde entrevistamos o Deputado e Vocalista Mano Changes.
Posso adiantar que ele não fugiu de nenhuma pergunta. Falou sobre preconceito por parte dos políticos &#8220;ortodoxos&#8221; com seu jeitão desleixado (guarda uma camisa amarrotada no armário do gabinete, pras ocasiões de votação no plenário), artistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preparem-se. Eu e a Julia acabamos de voltar da Assembléia Legislativa gaúcha, onde entrevistamos o Deputado e Vocalista Mano Changes.</p>
<p>Posso adiantar que ele não fugiu de nenhuma pergunta. Falou sobre preconceito por parte dos políticos &#8220;ortodoxos&#8221; com seu jeitão desleixado (guarda uma camisa amarrotada no armário do gabinete, pras ocasiões de votação no plenário), artistas na política, os perigos de um deputado roqueiro fazendo show em cima de um palco, lei seca e, claro, maconha, que é tema de muitas músicas da Comunidade Nin-Jitsu, banda da qual é o vocalista.</p>
<div id="attachment_779" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-779" title="manochanges" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2008/11/manochanges.jpg" alt="Vossa Excelência Deputado Mano Changes, grande presença no gabinete 1104" width="500" height="364" /><p class="wp-caption-text">Vossa Excelência Deputado Mano Changes, grande presença no gabinete 1104</p></div>
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