Blog do jornal CineSemana

Postagens na categoria ‘Música’

Piores capas de disco

O Terra fez uma galeria com as 50 piores capas de discos da história. Como é sempre engraçado ver celebridades em momentos vergonhosos, vale a pena conferir para ver uma série de fotos constrangedoras, alguns dos piores trabalhos em design que se poderia imaginar e uma porção de idéias simplesmente ruins. Um exemplo que se encaixa em todas estas categoria pode ser a seguinte capa do Prince:

prince

Mas confesso que uma das capas selecionadas me agradou. Não faço idéia de que banda é Hard-Fi e nunca ouvi falar no disco, mas vejam:

no

Não foi uma idéia singela?

República do Rock apresenta Julio Reny e Valentinos

Julio RenyEm comemoração ao dia Internacional do Rock, Julio Reny e Valentinos para participar da 6ª edição do projeto República do Rock, dia 13 de julho, no Teatro Renascença.

A cada duas semanas o República do Rock abre espaço para produções independentes, promovendo o encontro de duas bandas do cenário cultural de Porto Alegre, com entrada franca. A apresentação fica por conta do jornalista Leo Felipe, do programa Radar da TVE.

Realizado pela Coordenação de Música/SMC, o projeto busca oferecer às bandas que têm pouco acesso aos palcos de bares da cidade e do Estado, a oportunidade de tocar e escutar o próprio som no clima e sob a iluminação de um teatro.

Serviço:
Julio Reny e Valentino
Domingo, 13 de julho, às 18h
Teatro Renascença
Entrada Franca

Mais de 40 bandas em dez dias de rock

WalverdesA partir desta sexta-feira, dia 4, vai rolar muito rock em Porto Alegre. O festival independente Gig Rock traz mais de 40 bandas para tocar no Porão do Beco (Avenida Independência, 936). Em sua quinta edição, o evento se estende até 13, Dia Mundial do Rock.

Pública, Cartolas, Locomotores, Walverdes (foto ao lado), Superguidis e Frank Jorge estão entre as atrações do festival. Ainda sobem ao palco Móveis Coloniais de Acaju, de Brasília, e a banda paulista Ecos Falsos. Como novidade nessa edição, terá dois dias de Gig Rock Porrada!, com 10 bandas de hardcore, na terça (08) e na quarta (09), entre elas, a banda francesa Chicken..s Call.

Além de shows, o festival também abre espaço para debates e bate papos sobre a cena rock, jornalismo, produção musical, novas mídias, entre outros assuntos. Mais informações pelo site www.myspace.com/gigrock.

Confira a programação de shows do Gig Rock

Sexta, 4 de julho: Cartolas, Valentinos, Planondas, Poliéster e Severo em Marcha.

Sábado, 5 de julho: Frank Jorge, Tom Bloch, Locomotores, Supergatas e Apanhador Só.

Domingo, 6 de julho: Morgan Le Femme, Yesomar, Redoma, Alcalóides e Los Vatos.

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República do Rock apresenta Alcalóides e Los Vatos

AlcalóidesA 5ª edição do República do Rock acontece no dia 8 de julho, próxima terça-feira, com a participação das bandas Alcalóides (foto) e Los Vatos, que se apresentam às 19h30 no Teatro de Câmara Túlio Piva, em Porto Alegre.

A cada duas semanas o República do Rock abre espaço para produções independentes, promovendo o encontro de duas bandas do cenário cultural da capital gaúcha, sempre às 19h30 com a entrada franca. A apresentação fica por conta do jornalista Leo Felipe, do programa Radar da TVE.

O projeto realizado pela Coordenação de Música/SMC, busca oferecer às bandas que têm pouco acesso aos palcos de bares da cidade e do Estado, a oportunidade de tocar e escutar o próprio som no clima e sob a iluminação de um teatro.

Serviço:
Alcalóides e Los Vatos
Terça-feira, 8 de julho, às 19h30
Teatro de Câmara Túlio Piva (Rua da República, 575 - Porto Alegre)
Entrada Franca

República do Rock apresenta Apanhador Só e Subtropicais

Apanhador Só

Apanhador Só e Subtropicais são as próximas atrações do projeto República do Rock, que realiza sua terceira edição dia 30 de junho, no Teatro Renascença, em Porto Alegre.
A cada duas semanas o República do Rock abre espaço para novas produções independentes, promovendo o encontro de uma banda iniciante no cenário musical e outra promissora emergente, sempre às 19h30, com entrada franca. A apresentação fica por conta do jornalista Leo Felipe, do programa Radar da TVE.
O objetivo do República do Rock é oferecer a bandas novas, que têm pouco acesso aos palcos de bares da cidade e do Estado, uma chance de tocar e escutar o próprio som no clima e sob a iluminação de um teatro.
A próxima edição vai ter a participação das bandas Los Vatos e Alcalóides, dia 8 de julho no Teatro de Camara Túlio Piva.

Serviço
Apanhador Só e Subtropicais
Segunda-feira, 30 de junho, às 19h30
Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307 - Porto Alegre)
Entrada Franca

Concertos Banrisul para Juventude acontece amanhã

Cerca de 500 estudantes de escolas de Porto Alegre e região metropolitana vão assitir nesta terça-feira, dia 24, às 10h, os Concertos Banrisul para Juventude no palco do Theatro São Pedro. Regida pelo maestro Antônio Carlos Borges Cunha, a orquestra quer despertar o interesse dos jovens para a música erudita.No palco, 25 profissionais entre instrumentistas, cantores e atores executam um repertório que vai de Bach, Mozart e Vivaldi a nomes da música brasileira como Villa-Lobos, Tom Jobim e Chico Buarque. Os Concertos trabalham com a releitura do gênero erudito, utilizando uma linguagem simples e explorando a interatividade com o público. O humor é a principal ferramenta do projeto. Para apresentar a nomenclatura e a função de cada instrumento dentro de uma orquestra, o ator Sérgio Etchuirri e o maestro Cunha interpretam texto especialmente criado pelo escritor Luis Fernando Verissimo.

O repertório executado também é escolhido para facilitar a identificação do público com o espetáculo. Por isso, composições clássicas do repertório nacional como Trenzinho Caipira, de Villa-Lobos, e Ciranda da Bailarina, de Chico Buarque, interpretada pela cantora Denise Fontoura, integram a apresentação.

Desde a primeira edição do projeto, mais de 45 mil crianças puderam experimentar o contato direto com os clássicos da música erudita apresentados em 81 concertos.

Porto Alegre, república do rock

Rock por Pedro Cupertino

República do Rock é o mais novo projeto da Coordenação de Música da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre. A iniciativa pretende abrir espaço para a produção jovem de rock na cidade, promovendo o encontro de uma banda reconhecida e uma em ascensão no cenário roqueiro da capital. O projeto ocorrerá às segundas-feiras, quinzenalmente, de maio a dezembro de 2008, em espaços culturais da cidade, iniciando às 19h30 horas da noite.

Nesta edição, no dia 2 de junho, o evento contará com a presença das bandas ZeroDoze e Redoma. Os ingressos custam R$5,00 e podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Renascença antes do show.

Foto por Pedro Cupertino

A nova versão do “maior espetáculo da Terra”

Fui ontem assistir ao Alegría, do Cirque du Soleil, e tanta badalação em torno do evento não é em vão.

Figurinos impecáveis, banda (excelente banda) tocando ao vivo, organização irreparável. Espetáculo belíssimo.

Nenhum número deixa a desejar, nem mesmo os tradicionais palhaços, que tanta gente não aprecia (alguns até têm medo).

E os caras sabem como ganhar dinheiro de verdade: além dos ingressos caríssimos, muita gente acabou gastando vários reais extras na enorme loja que vende artigos com a marca do circo. Pra se ter uma noção, camisetas simplezinhas saíam por uns R$ 70 e um adereço para a cabeça, com duas ou três plumas, por R$ 130.

Na copa, uma pipoca grande custava R$ 13, e uma lata de refrigerante, R$ 4.

A questão me parece a seguinte: quando o espetáculo e todos os serviços que o envolvem estão de acordo ou mesmo superam a expectativa do público (neste caso, uma expectativa altíssima), ninguém se importa em pagar por ele.

Entrevista: João Guilherme Estrella deixa os tempos de Johnny para trás

joaoestrellaNo CineSemana que começa a circular hoje (e pode ser baixado em pdf aqui no blog), a matéria de capa é a entrevista exclusiva com João Guilherme Estrella, o protagonista real da história contada em Meu Nome não é Johnny. Ele esteve essa semana em Porto Alegre para lançar seu primeiro disco, Meu Nome é João Estrella e aproveitou para conversar com a gente. Segundo o próprio, o filme pintou um retrato fiel. Carismático, inteligente e engraçado, há apenas uma marcante caraterística que não está no filme e logo chama a atenção ao conhecê-lo ao vivo: a serenidade. Mas isso talvez se deva ao fato de que quem conhece João Estrella hoje está diante da versão amadurecida do garoto irrefreável que passou dois anos internado em um manicômio.

Ao falar de música, ele se enche de orgulho. Ao falar de si mesmo, é completamente ciente da imagem que criou ao expor sua vida e o papel que assumiu ao contá-la em livro, filme e palestras. Quando retoma o passado, não há remorso ou vergonha na voz tranqüila. Na questão das drogas, longe de apontar culpados e antes de esquentar o debate, João Estrella humaniza o problema. A sua trajetória é a prova de que o submundo das drogas não é tão “sub” quanto se costuma pintar. Aqui você confere a íntegra da entrevista com trechos inéditos.

O seu nome está em livro, filme e disco. Qual o lado bom e o ruim de ser quase uma grife?
Tem sido bom porque você fica criativo, canaliza a energia para coisas positivas, aparecem novas propostas de trabalho, estimula muito para as palestras e debates que eu gosto de fazer com todo tipo de pessoas. Já fiz debates com presos, com menores infratores, juízes, desembargadores, alunos de colégios particulares, públicos, faculdades, empresas. Você se sente bastante útil, colaborando com a experiência para alertar principalmente a molecada mais nova que às vezes faz coisas sem saber até onde aquilo pode chegar.

O filme ajuda na promoção do disco?
Já ajudou a negociar contrato com ã EMI porque tem uma música no filme. Fiz muito contato na internet com pessoal que leu o livro, viu o filme, são pessoas que hoje estão ouvindo as músicas e gostando. Acho que tudo faz parte da minha história, uma coisa puxa a outra. Quando saiu o livro, os produtores de cinema ficaram interessados, quando o filme saiu trouxe o livro de volta com uma vendagem enorme, são mais de 60 mil vendidos em pouquíssimo tempo. São trabalhos diferentes, apesar de o disco ser como um fechamento para toda a história.
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Fresno toca Chitãozinho e Xororó. Chitãozinho e Xororó tocam Fresno

Chitãozinho e Xororó e FresnoAlguém consegue imaginar a dupla Chitãozinho e Xororó interpretando ao seu estilo sertanejo as músicas da Fresno? Mais bizarro ainda, imaginar os integrantes da banda dando uma versão pop rock aos hits da dupla?

Pois o programa musical Estúdio Coca-Cola Zero, que deve ser gravado até junho, vai mesmo reunir estes artistas de estilos tão diferentes para cantarem à sua maneira as músicas do outro.

Será que os produtores do programa acharam semelhança entre o jeito de cantar de Lucas, vocalista da banda Fresno, e o timbre dos sertanejos?

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