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	<title>Blog do jornal CineSemana &#187; Livros</title>
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		<title>Um Cachalote a quatro mãos</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 14:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos próximos dias haverá uma maratona de lançamentos daquela que é uma das publicações mais aguardadas pelos apreciadores de HQs brasileiros. Trata-se de Cachalote, graphic novel concebida em parceria pelo escritor Daniel Galera, em sua primeira incursão pelo gênero, e pelo artista plástico e quadrinista Rafael Coutinho. O álbum, publicado pela Quadrinhos na Cia., terá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3504" title="cachalote" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2010/06/cachalote.jpg" alt="" width="210" height="270" />Nos próximos dias haverá uma maratona de lançamentos daquela que é uma das publicações mais aguardadas pelos apreciadores de HQs brasileiros. Trata-se de <em><strong>Cachalote</strong></em>, graphic novel concebida em parceria pelo escritor Daniel Galera, em sua primeira incursão pelo gênero, e pelo artista plástico e quadrinista Rafael Coutinho. O álbum, publicado pela Quadrinhos na Cia., terá sessões de autógrafo dos autores neste sábado, em São Paulo, terça-feira no Rio de Janeiro e quinta-feira, 1º de julho, em Porto Alegre. São quase 300 páginas contendo diversas histórias. O ponto em comum entre elas são temáticas recorrentes como acontecimentos drásticos capazes de transformar as vidas dos personagens e a conciliação da vida com a arte. CineSemana conversou com Daniel Galera sobre o novo livro. Confira:</p>
<p><strong>Como surgiu a oportunidade de fazer a graphic novel ao lado do Rafael Coutinho? Vocês já se conheciam?</strong></p>
<p>Eu e o Rafa nos conhecemos no final de 2007 em São Paulo. Fomos apresentados pelo [Rafael] Grampá, também quadrinista e amigo em comum. O Rafa estava procurando um parceiro para uma graphic novel e tinha lido um livro meu. Foi uma amizade imediata, e em poucos dias decidimos fazer uma HQ juntos. Tivemos uma sintonia criativa muito grande e passamos meses esboçando os personagens e as histórias. Não houve encomenda de editora nenhuma. Quando tínhamos algumas páginas e uma primeira versão do roteiro prontos, visitamos a Companhia das Letras e eles se interessaram pelo projeto.</p>
<p><strong>Você sempre foi um leitor de graphic novels ou quadrinhos? Quais suas referências?</strong></p>
<p>Sou leitor de quadrinhos desde criança. Nunca li muito as séries de super-heróis, mas gostava de graphic novels de todo tipo. Além de <em>Piratas do Tietê</em> e <em>Chiclete com Banana</em>, gostava de Frank Miller, Will Eisner, Crumb, Aragonés. Meu interesse por quadrinhos diminuiu nos anos de faculdade, mas voltou com força total quando me mudei pra São Paulo, em 2005. Conheci quadrinistas e passei a ler Charles Burns, Chris Ware, Yoshihiro Tatsumi, Daniel Clowes, Christophe Blain, David B., Alison Bechdel, etc.</p>
<p><strong>Como foi o processo de produção em parceria? Houve algum tipo de criação conjunta ou as tarefas eram divididas entre vocês?</strong></p>
<p>As tramas e personagens foram uma criação conjunta minha e do Rafa, com base em inúmeros encontros. Ficamos muito amigos e discutíamos as ideias de <em>Cachalote </em>o tempo inteiro. Alguns argumentos originais que estão na HQ são meus, outros do Rafa, mas com o tempo fomos intervindo nas histórias um do outro. Eu fiz algumas versões do roteiro. A primeira foi literária, e as seguintes foram ficando progressivamente mais técnicas. O Rafa desenhava ao mesmo tempo em que eu tratava o roteiro. Demoramos mais de um ano para ter o roteiro final, e depois disso o Rafa ainda precisou de vários meses pra concluir as páginas. Dei muitas ideias para os desenhos e ele chegou a escrever alguns trechos do roteiro. Então houve mesmo um entrosamento muito grande.</p>
<p><strong>Como foi a experiência de compartilhar a autoria de um livro, não ser o único responsável pelas decisões narrativas, estéticas e compartilhar responsabilidades?</strong></p>
<p>Tenho muita dificuldade para trabalhar em parceria com outras pessoas, quando se trata de um trabalho criativo. Nesse sentido, a literatura me cai bem, porque decido tudo sozinho. Mas tive dois casos de parcerias criativas incrivelmente estimulantes na minha vida: uma foi com o Daniel Pellizzari, e a outra foi com o Rafael Coutinho. É um prazer compartilhar a autoria da HQ com o Rafa, não houve nenhum problema de ego ou conflito autoral. A gente discordou em vários momentos, até discutimos, mas sempre de forma que atuava a favor do trabalho. Acho que a gente consegue melhorar o trabalho um do outro.</p>
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		<title>Campeonato Gaúcho de Literatura propõe confronto entre livros</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 19:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Gaúcho de Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine um campeonato no qual livros tomam o lugar de times e, ao invés de gols, pontos ou cestas, o que há são confrontos entre obras literárias disputando a preferência de um juiz, que decide quem é o vencedor por meio de uma resenha crítica publicada. Assim é o Campeonato Gaúcho de Literatura, uma iniciativa tão estranha quanto simpática, e que terá início na mesma semana da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/gauchaologo.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-3417" title="gauchaologo" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2010/05/gauchaologo-285x300.gif" alt="" width="285" height="300" /></a>Imagine um campeonato no qual livros tomam o lugar de times e, ao invés de gols, pontos ou cestas, o que há são confrontos entre obras literárias disputando a preferência de um juiz, que decide quem é o vencedor por meio de uma resenha crítica publicada. Assim é o Campeonato Gaúcho de Literatura, uma iniciativa tão estranha quanto simpática, e que terá início na mesma semana da Copa do Mundo de futebol, em junho, e termina só em dezembro, tendo como campo de batalha o território virtual, no endereço <a href="http://www.gauchaodeliteratura.com.br">www.gauchaodeliteratura.com.br</a>.</p>
<p>Idealizado por Rodrigo Rosp, sócio de duas editoras gaúchas, <a href="http://www.dublinense.com.br">Dublinense</a> e <a href="http://www.naoeditora.com.br">Não Editora</a>, a iniciativa tem como principal objetivo movimentar a produção literária regional. “Já que os livros nem sempre têm o espaço que merecem na mídia, esta é uma maneira de tentar chamar atenção das pessoas sobre o que se produz de literatura no estado, além, claro, de promover debates e discussões sobre as obras”, explica Rosp. A competição conta com um comitê organizador formado por Ana Mello, Carlos André Moreira, Daniel Weller, Fernando Ramos, Marcelo Spalding e Luciana Thomé.</p>
<p>A ideia de uma competição entre livros de autores gaúchos ou radicados no Rio Grande do Sul foi inspirada na <a href="http://copadeliteratura.com/">Copa de Literatura Brasileira</a> (que por sua vez se baseia numa iniciativa parecida fora do país) e é organizada desde 2007 por Lucas Murtinho. A diferença é que a versão nacional da brincadeira só envolve 16 romances publicados no ano anterior selecionados previamente por uma comissão, enquanto o “Gauchão de Literatura”, como está sendo chamado, além de dedicar-se ao gênero conto, abriga todas as obras publicadas em 2008 e 2009 e cujos autores aceitem participar. A primeira edição conta com escritores experientes como Lya Luft, Sergio Napp e Luiz Paulo Faccioli e novos talentos como João Kowacs Castro e Carol Bensimon.</p>
<p>O regulamento faz jus à estranheza da competição: os 27 participantes formam nove triangulares, de onde se classificam 15 para cinco novos grupos com três competidores, dali mais seis para os dois triangulares finais de onde sairão os dois finalistas. “A inspiração foi o formulismo do próprio Campeonato Gaúcho de futebol”, conta Luciana Thomé, uma das organizadoras do torneio. “Achamos que assim, além de proporcionar que cada livro fosse resenhado mais de uma vez, deixamos a iniciativa mais interessante para o público”.</p>
<p>O critério para o julgamento dos vencedores, claro, é completamente subjetivo, e deve variar tanto quanto os perfis dos árbitros – o que parece ter sido pensado sob medida para dar margem a debates acalorados nas caixas de comentários. Mas nem por isso a organização se descuidou ao escolher os apitadores. A partida de abertura do Gauchão, por exemplo, que deve ser publicada no site da competição no dia 10 de junho, será arbitrada pelo crítico de literatura do jornal <a href="http://www.zerohora.com">Zero Hora</a>, Carlos André Moreira.</p>
<p><strong>*Matéria originalmente publicada na edição 130 do jornal CineSemana.</strong></p>
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		<title>Presença de Alice</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 15:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Através do Espelho]]></category>
		<category><![CDATA[Alice no País das Maravilhas]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Bán Jacobsen]]></category>

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		<description><![CDATA[Já que o assunto é ela, mesmo, adianto aqui para os leitores do blog o artigo de autoria do escritor Rafael Bán Jacobsen, que será publicado na edição impressa do jornal, nesta sexta-feira.
* * *
As peripécias da menina Alice em um mundo paralelo, surpreendente e movido por uma (i)lógica muito peculiar, narradas nos livros Alice [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já que o assunto é <em>ela</em>, mesmo, adianto aqui para os leitores do blog o artigo de autoria do escritor <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/busca/busca.asp?parceiro=OTTJTT&amp;nautor=5005518&amp;refino=1&amp;sid=87364111212330681117159539&amp;k5=BFF6AE0&amp;uid=">Rafael Bán Jacobsen</a>, que será publicado na edição impressa do jornal, nesta sexta-feira.</p>
<p style="text-align: center;">* * *</p>
<p>As peripécias da menina Alice em um mundo paralelo, surpreendente e movido por uma (i)lógica muito peculiar, narradas nos livros <em>Alice no País das Maravilhas</em> (1865) e <em>Alice Através do Espelho</em> (1871), representam um verdadeiro totem da literatura ocidental e, mais do que isso, tornaram-se leitmotiv na cultura pop, merecendo adaptações em desenho animado e cinema e servindo de inspiração a coisas tão díspares quanto a criação musical dos Beatles e a designação de síndromes neurológicas. Muito mais interessante do que fazer tal constatação é buscar compreender os motivos do onipresente “fenômeno Alice”.</p>
<p>Já na época do lançamento, os livros de Lewis Carroll (pseudônimo do diácono anglicano, matemático e fotógrafo Charles Lutwidge Dodgson) caíram no gosto popular, talvez por significarem um contraponto fantasioso às histórias edificantes e moralistas que eram lidas para as crianças da Inglaterra vitoriana. Sempre é possível uma leitura ingênua das duas obras; porém, de igual modo, é possível que se veja, na fuga de Alice para o mundo mágico, uma forma de censurar uma sociedade opressora. Alice é ousada, quebra convenções e não é punida por isso, pois não há punição no país das maravilhas. E nada escapa à sua insubmissão, nem mesmo o símbolo máximo da monarquia no período: a rainha (aliás, conta-se que a Rainha Vitória leu <em>Alice no País das Maravilhas </em>e gostou muito).</p>
<p>Nesse sentido, é emblemático o embate entre a menina e a Rainha de Copas no final da primeira narrativa. A Rainha solta o seu famoso bordão <em>Cortem-lhe a cabeça!</em>, mas Alice não tem medo e a enfrenta. Por esse motivo, os soldados (que são as cartas do baralho) tentam atacá-la; nesse momento, contudo, Alice desperta de seu sonho e percebe que, na verdade, eram folhas de árvore que caíam sobre ela, e não cartas de jogar. Entende-se então que, após demonstrar sua mudança de comportamento através do confronto, o mundo da fantasia se acaba, e Alice, amadurecida, desperta para a realidade.</p>
<p>Chegamos aí a um segundo elemento que faz parte do poder que emana de Alice. Carroll publicou seus livros décadas antes de Freud lançar <em>A Interpretação dos Sonhos</em>. De modo leigo, teria o escritor antecedido as descobertas de Freud? De fato, Carroll foi um dos primeiros autores a se apropriar da linguagem onírica, com toda sua alta carga simbólica, sua imagética surreal e seus deslocamentos espaço-temporais, e utilizá-la para tecer uma longa narrativa ficcional. E o fez com maestria, considerando, inclusive, as repercussões do processo onírico e da sua compreensão pelo sonhador na construção da “vida real”.</p>
<p>Por essas e outras razões (como, por exemplo, seu subtexto com densos influxos da lógica e da matemática), os livros <em>Alice no País das Maravilhas</em> e <em>Alice Através do Espelho</em> mostraram ser muito mais do que histórias infantis: são obras-primas da literatura fantástica de todos os tempos, para leitores de todas as idades. Duas palavras absolutamente atuais e caras à cultura pós-moderna servem para descrever as centenárias criações de Lewis Carroll: nonsense e psicodelia. Isso demonstra o caráter inovador das obras e a sua atemporalidade. Com certeza, enquanto houver literatura, Alice estará sempre presente.</p>
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		<title>Stephen Daldry vai adaptar Extremamente Alto e Incrivelmente Perto para o cinema</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 13:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Extremamente Alto e Incrivelmente Perto]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Safran Foer]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Daldry]]></category>

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		<description><![CDATA[Stephen Daldry (de O Leitor, 2008) está com tudo acertado para transformar em longa-metragem o romance Extremamente Alto e Incrivelmente Perto, de Jonathan Safran Foer. Para quem não se lembra, Foer, apesar de bem jovem, é o autor de outro livro que rendeu um belo filme, Tudo Se Ilumina, que nas mãos de Liev Schreiber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3353 alignleft" title="extremamentealtoincrivelmenteperto" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2010/04/extremamentealtoincrivelmenteperto.jpg" alt="" width="200" height="299" />Stephen Daldry (de <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0976051/">O Leitor</a></em>, 2008) está com tudo acertado para transformar em longa-metragem o romance <em><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=3199370&amp;sid=87364111212330681117159539&amp;k5=2F31FE1&amp;uid=">Extremamente Alto e Incrivelmente Perto</a></em>, de Jonathan Safran Foer. Para quem não se lembra, Foer, apesar de bem jovem, é o autor de outro livro que rendeu um belo filme, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=3180649&amp;sid=87364111212330681117159539&amp;k5=2F31FE1&amp;uid="><em>Tudo Se Ilumina</em></a>, que nas mãos de Liev Schreiber virou <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0404030/">Uma Vida Iluminada</a></em> em 2005.</p>
<p>A história de <em>Extremamente Alto e Incrivelmente Perto</em> gira em torno de Oskar Schell, um garoto bem esperto de nove anos que se diz designer de jóias, inventor, estudioso de astrofísica e que acaba de perder o pai, morto no atentado ao World Trade Center. A obsessão de Oskar é encontrar o que pode ser aberto pela chave que seu pai deixou antes de morrer.</p>
<p>Scott Rudin será o produtor do filme e Eric Roth foi o responsável por escrever o roteiro.</p>
<p>Ainda não há elenco definido, mas fico muito curioso pra saber quem irá interpretar o garoto protagonista. Em 2000, Daldry garimpou magistralmente pra achar Jamie Bell, que interpretou o próprio <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0249462/">Billy Elliot</a></em>. Tomara que ele consiga repetir uma escolha tão feliz quanto aquela.</p>
<p>Se a produção ficar à altura do livro e as atuações no mesmo nível da narrativa de Foer, será um filmaço!</p>
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		<title>O Sherlock Holmes de Guy Ritchie está no Sherlock Holmes de Arthur Conan Doyle</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 20:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Conan Doyle]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito já se debateu sobre a adaptação que Guy Ritchie fez para o detetive Sherlock Holmes, criado por Arthur Conan Doyle.
Os mais conservadores ficaram furibundos, mas o fato é que a imensa maioria de tudo o que acontece no filme de Ritchie está, de fato, respaldado pelos romances e contos de Doyle sobre o personagem.
Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito já se debateu sobre a adaptação que Guy Ritchie fez para o detetive Sherlock Holmes, criado por Arthur Conan Doyle.</p>
<p>Os mais conservadores ficaram furibundos, mas o fato é que a imensa maioria de tudo o que acontece no filme de Ritchie está, de fato, respaldado pelos romances e contos de Doyle sobre o personagem.</p>
<p>Eu mesmo, depois de ver o filme, fiquei curioso sobre este aspecto e fui atrás da <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=3103075&amp;sid=873650102111120375313968160&amp;k5=164C179B&amp;uid=">obra completa</a>.</p>
<p>Agora, posso recomendar <a href="http://alertageral.wordpress.com/2010/01/21/o-novo-sherlock/">este post</a> do blog <strong>Alerta Geral</strong> sobre o assunto, e assinar embaixo de praticamente tudo que foi escrito.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3180" title="sherlock" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sherlock.jpg" alt="" width="500" height="269" /></p>
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		<title>Divulgados os vencedores do 16º Açorianos de Literatura</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/12/15/divulgados-os-vencedores-do-16%c2%ba-acorianos-de-literatura/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 12:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Premiação]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Açorianos]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram entregues na noite de ontem, 14, os premiados 16º Açorianos de Literatura. O prêmio, considerado um dos mais importantes do Rio Grande do Sul, teve como grande destaque o romancista Altair Martins, que além de Melhor Narrativa Longa ainda teve seu A Parede no Escuro escolhido o Livro do Ano.
Veja todos os vencedores:
LIVRO DO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram entregues na noite de ontem, 14, os premiados 16º Açorianos de Literatura. O prêmio, considerado um dos mais importantes do Rio Grande do Sul, teve como grande destaque o romancista Altair Martins, que além de Melhor Narrativa Longa ainda teve seu <em><strong>A Parede no Escuro</strong></em> escolhido o Livro do Ano.</p>
<p>Veja todos os vencedores:</p>
<p><strong>LIVRO DO ANO</strong><br />
<em>A Parede no Escuro</em>, de Altair Martins (Record)</p>
<p><strong>NARRATIVA LONGA</strong><br />
<em>A Parede no Escuro</em>, de Altair Martins (Record)</p>
<p><strong>POESIA</strong><br />
<em>Monolítico: Memória que Não Morre</em>, de Luiz de Miranda (Design Editora)</p>
<p><strong>INFANTO-JUVENIL<br />
<span style="font-weight: normal;"><em>De Carona com Nitro</em>, de Luis Dill (Artes e Ofícios)</span></strong></p>
<p><strong>INFANTIL<br />
</strong><em>Histórias Bem&#8230; </em>(coleção), de Caio Riter e Márcia Leite (Escala Educacional)</p>
<p><strong>ESPECIAL<br />
</strong><em>As Guerras dos Gaúchos &#8211; História dos Conflitos do Rio Grande do Sul</em>, coordenação de Gunter Axt (Nova Prova)</p>
<p><strong>ENSAIOS<br />
</strong><em>Moinhos de Vento &#8211; Histórias de um Bairro de Porto Alegre</em>, de Carlos Augusto Bissón (Editora da Cidade)</p>
<p><strong>CRÔNICA<br />
</strong><em>100 Lições para Viver Melhor</em>, de Cláudio Moreno (L&amp;PM)</p>
<p><strong>CONTO<br />
</strong>As Grades do Céu, de Susana Vernieri (Libretos)</p>
<p><strong>PROJETO GRÁFICO</strong><br />
Marília Ryff-Moreira Vianna, por <em>As Guerras dos Gaúchos: História dos Conflitos do Rio Grande do Sul</em>, coordenação de Gunter Axt (Nova Prova)</p>
<p><strong>CAPA</strong><br />
Samir Machado de Machado, por <em>Raiva nos Raios de Sol</em>, de Fernando Mantelli (Não Editora)</p>
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		<title>Peanuts completo</title>
		<link>http://www.cinesemana.com.br/2009/11/24/peanuts-completo/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Tirinhas]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Peanuts]]></category>
		<category><![CDATA[Peanuts completo: 1950 a 1952]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de receber aqui na redação do pessoal da L&#38;PM um exemplar de Peanuts completo: 1950 a 1952, com todas as tirinhas do período desenhadas por Charles M. Schulz.
Não costumo sair fazendo propagandas mil por aqui, mas devo confessar que a edição é lindona, capa dura, e cheia de &#8220;extras&#8221; como uma apresentação bacana da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-3016" title="peanuts" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/11/peanuts.jpg" alt="" width="300" height="235" />Acabo de receber aqui na redação do pessoal da L&amp;PM um exemplar de <em><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=8525419818&amp;sid=873650102111120375313968160">Peanuts completo: 1950 a 1952</a></em>, com todas as tirinhas do período desenhadas por Charles M. Schulz.</p>
<p>Não costumo sair fazendo propagandas mil por aqui, mas devo confessar que a edição é <strong>lindona</strong>, capa dura, e cheia de &#8220;extras&#8221; como uma apresentação bacana da obra de Schulz e uma entrevista com o próprio.</p>
<p>Fora isso, tem Charlie Brown, pô.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carlos Urbim, o patrono dos pequenos leitores</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Katiana Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[55ª Feira do Livro de Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Urbim]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição de número 105 do CineSemana traz entrevista com o jornalista e autor de histórias infantis Carlos Urbim, eleito o patrono da 55ª Feira do Livro de Porto Alegre. Nascido em 1948, na cidade de Santana do Livramento (RS), o escritor mudou-se para Porto Alegre aos 19 anos e cursou jornalismo na UFRGS. Sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2980" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-2980" title="Urbim é autor de Bolacha Maria e mais 18 títulos dedicados ao público infantil (Foto: Luis Ventura/Divulgação)" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/11/urbim1.jpg" alt="Urbim é autor de Bolacha Maria e mais 18 títulos dedicados ao público infantil (Foto: Luis Ventura/Divulgação)" width="500" height="378" /><p class="wp-caption-text">Urbim é autor de Bolacha Maria e mais 18 títulos dedicados ao público infantil (Foto: Luis Ventura/Divulgação)</p></div>
<p>A edição de número 105 do <strong>CineSemana</strong> traz entrevista com o jornalista e autor de histórias infantis Carlos Urbim, eleito o patrono da 55ª Feira do Livro de Porto Alegre. Nascido em 1948, na cidade de Santana do Livramento (RS), o escritor mudou-se para Porto Alegre aos 19 anos e cursou jornalismo na UFRGS. Sua obra literária teve início em 1984, quando lançou <em>Um Guri Daltônico</em>, a primeira de muitas publicações destinadas aos pequenos leitores. Ao todo são 19 livros de histórias infanto-juvenis. Nesta entrevista, o patrono destaca que a principal função que a Feira do Livro desempenha é trazer cada vez mais pessoas para a leitura. O escritor também aponta a importância da literatura infantil e fala sobre o orgulho que sente em ocupar o patronato.</p>
<p><strong>Como surgiu o interesse em escrever histórias infantis?</strong><br />
Foi o convívio com os meus dois filhos que me tornou escritor. No fim do dia, quando eles estavam por dormir, eu costumava contar histórias que eu inventava. No dia seguinte, eles pediam que eu repetisse igualzinho. E um dia, pra não esquecer, comecei a colocar no papel. Assim nasceu o meu primeiro livro, <em>Um Guri Daltônico</em>, obra que eu trouxe para a Feira do Livro de 1984, há 25 anos. Então é uma grande coincidência que neste ano, quando eu sou escolhido para ser o patrono, também estou comemorando 25 anos de literatura. Este ano, eu também fui empossado na Cadeira 40 da Academia Rio-grandense de Letras. E pra mim todas as homenagens se tornam importantes porque nem sempre se reconhece o trabalho de quem produz textos para crianças. Eu tenho quatro livros que tem a ver com o meu trabalho como jornalista. São resultados de textos que eu produzi para séries de TV ou para projetos para os quais eu escrevi, mas a minha obra mesmo que me caracteriza, que os leitores identificam são os textos para crianças, 19 livros.</p>
<p><strong>Nas últimas edições da feira, a seção de literatura infantil tem sido um dos grandes destaques&#8230;</strong><br />
O espaço na feira é cada vez maior, a ponto de que no momento que a feira precisou se expandir, ela transbordou e alcançou o Cais do Porto. No Cais se encontra toda a área infanto-juvenil, não sendo somente as barracas, os estandes de livros, as editoras e livrarias, mas também os diversos espaços para incluir cada vez mais as crianças no processo de descoberta da leitura. E aí que eu vejo a importância da literatura infantil. Ela é o primeiro passo. É ela quem conduz os pequenos leitores para a descoberta do prazer de ler.</p>
<p><span id="more-2978"></span></p>
<p><strong>Por meio de quais ações o patrono pode ajudar a feira?</strong><br />
Em primeiríssimo lugar, como este ano o patrono é o representante da literatura infantil, o máximo que ele tem a almejar é conquistar o maior número de crianças para a leitura. Essa é, quem sabe, a principal função da própria Feira do Livro: trazer cada vez mais pessoas para a leitura, para a literatura. E a função do patrono é a de ser o embaixador da feira em todas as áreas, em todos os ambientes, nas alamedas da Praça da Alfândega, junto ao Cais e no meio da garotada. Esse é o papel que me que cabe representar com a maior responsabilidade possível e me sentindo extremamente honrado por ter sido o escolhido da 55ª edição de um evento com longa história e que se tornou a maior feira do livro em espaço aberto do continente americano.</p>
<p><strong>Em que medida o patronato mexe com o orgulho e brios de um escritor?</strong><br />
É a maior honraria a que um escritor no Rio Grande do Sul pode ser o centro. Depois disso, não há muito mais o que esperar da vida. É por isso que eu me sinto tão feliz e tento transmitir para todo mundo esse sentimento. É uma homenagem para quem vem trabalhando neste estado no ofício de escrever. Que bom que seja alguém que vem se preocupando no ano com a formação de leitores. Há 25 anos, desde que eu publico livros, na medida em que a minha própria profissão de jornalista permite, eu venho frequentando escolas, participando de feiras no interior e de eventos literários porque eu acredito que além de sentar para escrever, quem se dedica à literatura infantil passa a assumir essa missão para o resto da vida: a de tentar conquistar cada vez o maior número possível de leitores. Não só para o seu próprio trabalho, porque toda vez que eu estou em público, eu me sinto representante do grande time de escritores que escreve para crianças com compromisso, com seriedade, com responsabilidade, sabendo que temos pela frente todo um desafio.</p>
<p><strong>O que se tem feito para incrementar a programação da feira e não deixar que o evento tenha apenas os descontos nos preços dos livros como atrativo da maior parte do público? </strong><br />
A Câmara Rio-Grandense do Livro e a entidade que organiza a feira até não valoriza tanto essa questão. Num Brasil como nosso, num país em que o livro custa caro, é importantíssimo que editores e livreiros ofereçam o desconto como uma grande atração. Mas se a gente se der conta e olhar o tamanhão que a feira ficou, as atrações são muito maiores do que os descontos que dão. Em cada cantinho da praça, em cada recanto do Cais do Porto, existem muitas motivações para trazer os leitores para cá que não seja apenas o fato ser um momento de conseguir um desconto no livro. A feira é cada vez mais completa em outros aspectos. Ela está cheia de ofertas e atividades múltiplas, há oficinas, palestras, apresentações e não fica única e exclusivamente na literatura e no livro, embora o livro seja a super estrela de todos os dias da feira. Mas na feira há muitos vem se abrindo para todas as áreas de manifestação artística. Aqui na feira está também a música, o teatro, as artes plásticas, que neste ano de 2009, a 55ª edição do evento está de braços dados com a Bienal do Mercosul. É dentro da feira que está o Museu de Arte com exposição integrada à Bienal deste ano. Mais do ladinho, o espaço cultural do Santander também tem as artes plásticas. E se não estivesse nos museus e nos centros culturais, a arte visual está no livro, todos os livros, principalmente, nos livros que são criados de forma colorida e atraente para as crianças.<br />
<strong><br />
Se o senhor pudesse mudar alguma coisa na feira, quais mudanças faria?</strong><br />
Eu não vejo nada para mudar. Eu acho que assim como está, está de bom tamanho. Está funcionando tudo muito bem. Eu solicitei para a assessoria de imprensa fazer um censo só para nós termos uma ideia de quantas pessoas trabalham para que a Feira do Livro seja realizada. É impressionante o número de pessoas que trabalham. É um exército de gente. Somente em empregos diretos, a feira tem 210 trabalhando e indiretos, aí sim é exército: 2200 profissionais de todas as áreas, em barracas, todos os setores prestadores de serviços e até dois ou três pipoqueiros. Envolve tudo.</p>
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		<title>Editora Penguin chega ao Brasil em 2010 em parceria com a Companhia das Letras</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 14:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cia das Letras]]></category>
		<category><![CDATA[Penguin]]></category>

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		<description><![CDATA[A Penguin, famosa no mundo toda pela sua coleção de clássicos bem baratos em papel mais simples, chega ao Brasil em 2010. O aporte da editora no país será feito através de uma parceria com a Cia. das Letras.
Estão previstos, já para o ano que vem, 12 lançamentos, entre eles O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2769" title="penguin" src="http://www.cinesemana.com.br/wp-content/uploads/2009/09/penguin-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" />A Penguin, famosa no mundo toda pela sua coleção de clássicos bem baratos em papel mais simples, chega ao Brasil em 2010. O aporte da editora no país será feito através de uma parceria com a Cia. das Letras.</p>
<p>Estão previstos, já para o ano que vem, 12 lançamentos, entre eles <em>O Príncipe</em>, de Nicolau Maquiavel, e a médio prazo a intenção é publicar 24 livros por ano. Os preços, de acordo com a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u622022.shtml">Folha</a>, devem variar entre R$15 e R$35.</p>
<p>É uma pena que a Penguin não chegue no Brasil pronta para praticar preços realmente competitivos e baratear o livro, mesmo que lançando mão de edições ultra-simples. Hoje, quem quiser comprar o mesmo título tem opções mais baratas: a <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=156974&amp;sid=13710416211811650685236332&amp;k5=35C6AEE2&amp;uid=">edição da L&amp;PM</a>, por exemplo, pode ser adquirido na Livraria Cultura por R$11 (R$8,80 para clientes Mais Cultura), a <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=1443604&amp;sid=13710416211811650685236332&amp;k5=35C6AEE2&amp;uid=">edição francesa da Librio</a> na mesma livraria sai por apenas R$7,70, enquanto que o<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=673889&amp;sid=13710416211811650685236332&amp;k5=2D145BA6&amp;uid="> original da mesma Penguin Classics</a>, em inglês, está custando atualmente R$14,08.</p>
<p>Se é pra lançar os mesmos títulos e a preços mais altos daqueles já praticados por aqui, sinceramente, que nem venha. Grande decepção, essa primeira notícia.</p>
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		<title>Divulgada lista dos finalistas do 51º Prêmio Jabuti</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 21:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Faraon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[51º Prêmio Jabuti]]></category>

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		<description><![CDATA[Os finalistas do 51º Prêmio Jabuti, a honraria literária mais tradicional do país, foram divulgados agora à tarde pela Câmara Brasileira do Livro.
Os três premiados em cada categoria serão revelados no dia 29 de setembro. Já os livros do ano em ficção e não-ficção serão conhecidos na cerimônia de premiação, que ocorre no dia 4 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os finalistas do 51º Prêmio Jabuti, a honraria literária mais tradicional do país, foram divulgados agora à tarde pela Câmara Brasileira do Livro.</p>
<p>Os três premiados em cada categoria serão revelados no dia 29 de setembro. Já os livros do ano em ficção e não-ficção serão conhecidos na cerimônia de premiação, que ocorre no dia 4 de novembro.</p>
<p>Os dez romances selecionados foram:</p>
<p><em>Flores Azuis</em>, de Carola Saavedra<br />
<em>Cordilheira</em>, de Daniel Galera<br />
<em>Órfãos do Eldorado</em>, de Milton Hatoum<br />
<em>Galiléia</em>, de Ronaldo Correia de Brito<br />
<em>Satolep</em>, de Vitor Ramil<br />
<em>Manual da Paixão Solitária</em>, de Moacyr Scliar<br />
<em>A Parede no Escuro</em>, de Altair Martins<br />
<em>O Livro Dos Nomes</em>, de Maria Esther Maciel<br />
<em>Um Livro Em Fuga</em>, de Edgard Telles Ribeiro<br />
<em>Heranças</em>, de Silviano Santiago</p>
<p>Veja todos os finalistas das 21 categorias no <a href="http://www.cbl.org.br/jabuti/telas/resultado/resultado_categoria.aspx?f=1">site da CBL</a>.</p>
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