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Muito já se debateu sobre a adaptação que Guy Ritchie fez para o detetive Sherlock Holmes, criado por Arthur Conan Doyle.
Os mais conservadores ficaram furibundos, mas o fato é que a imensa maioria de tudo o que acontece no filme de Ritchie está, de fato, respaldado pelos romances e contos de Doyle sobre o personagem.
Eu mesmo, depois de ver o filme, fiquei curioso sobre este aspecto e fui atrás da obra completa.
Agora, posso recomendar este post do blog Alerta Geral sobre o assunto, e assinar embaixo de praticamente tudo que foi escrito.

Foram entregues na noite de ontem, 14, os premiados 16º Açorianos de Literatura. O prêmio, considerado um dos mais importantes do Rio Grande do Sul, teve como grande destaque o romancista Altair Martins, que além de Melhor Narrativa Longa ainda teve seu A Parede no Escuro escolhido o Livro do Ano.
Veja todos os vencedores:
LIVRO DO ANO
A Parede no Escuro, de Altair Martins (Record)
NARRATIVA LONGA
A Parede no Escuro, de Altair Martins (Record)
POESIA
Monolítico: Memória que Não Morre, de Luiz de Miranda (Design Editora)
INFANTO-JUVENIL
De Carona com Nitro, de Luis Dill (Artes e Ofícios)
INFANTIL
Histórias Bem… (coleção), de Caio Riter e Márcia Leite (Escala Educacional)
ESPECIAL
As Guerras dos Gaúchos – História dos Conflitos do Rio Grande do Sul, coordenação de Gunter Axt (Nova Prova)
ENSAIOS
Moinhos de Vento – Histórias de um Bairro de Porto Alegre, de Carlos Augusto Bissón (Editora da Cidade)
CRÔNICA
100 Lições para Viver Melhor, de Cláudio Moreno (L&PM)
CONTO
As Grades do Céu, de Susana Vernieri (Libretos)
PROJETO GRÁFICO
Marília Ryff-Moreira Vianna, por As Guerras dos Gaúchos: História dos Conflitos do Rio Grande do Sul, coordenação de Gunter Axt (Nova Prova)
CAPA
Samir Machado de Machado, por Raiva nos Raios de Sol, de Fernando Mantelli (Não Editora)
Acabo de receber aqui na redação do pessoal da L&PM um exemplar de Peanuts completo: 1950 a 1952, com todas as tirinhas do período desenhadas por Charles M. Schulz.
Não costumo sair fazendo propagandas mil por aqui, mas devo confessar que a edição é lindona, capa dura, e cheia de “extras” como uma apresentação bacana da obra de Schulz e uma entrevista com o próprio.
Fora isso, tem Charlie Brown, pô.

Urbim é autor de Bolacha Maria e mais 18 títulos dedicados ao público infantil (Foto: Luis Ventura/Divulgação)
A edição de número 105 do CineSemana traz entrevista com o jornalista e autor de histórias infantis Carlos Urbim, eleito o patrono da 55ª Feira do Livro de Porto Alegre. Nascido em 1948, na cidade de Santana do Livramento (RS), o escritor mudou-se para Porto Alegre aos 19 anos e cursou jornalismo na UFRGS. Sua obra literária teve início em 1984, quando lançou Um Guri Daltônico, a primeira de muitas publicações destinadas aos pequenos leitores. Ao todo são 19 livros de histórias infanto-juvenis. Nesta entrevista, o patrono destaca que a principal função que a Feira do Livro desempenha é trazer cada vez mais pessoas para a leitura. O escritor também aponta a importância da literatura infantil e fala sobre o orgulho que sente em ocupar o patronato.
Como surgiu o interesse em escrever histórias infantis?
Foi o convívio com os meus dois filhos que me tornou escritor. No fim do dia, quando eles estavam por dormir, eu costumava contar histórias que eu inventava. No dia seguinte, eles pediam que eu repetisse igualzinho. E um dia, pra não esquecer, comecei a colocar no papel. Assim nasceu o meu primeiro livro, Um Guri Daltônico, obra que eu trouxe para a Feira do Livro de 1984, há 25 anos. Então é uma grande coincidência que neste ano, quando eu sou escolhido para ser o patrono, também estou comemorando 25 anos de literatura. Este ano, eu também fui empossado na Cadeira 40 da Academia Rio-grandense de Letras. E pra mim todas as homenagens se tornam importantes porque nem sempre se reconhece o trabalho de quem produz textos para crianças. Eu tenho quatro livros que tem a ver com o meu trabalho como jornalista. São resultados de textos que eu produzi para séries de TV ou para projetos para os quais eu escrevi, mas a minha obra mesmo que me caracteriza, que os leitores identificam são os textos para crianças, 19 livros.
Nas últimas edições da feira, a seção de literatura infantil tem sido um dos grandes destaques…
O espaço na feira é cada vez maior, a ponto de que no momento que a feira precisou se expandir, ela transbordou e alcançou o Cais do Porto. No Cais se encontra toda a área infanto-juvenil, não sendo somente as barracas, os estandes de livros, as editoras e livrarias, mas também os diversos espaços para incluir cada vez mais as crianças no processo de descoberta da leitura. E aí que eu vejo a importância da literatura infantil. Ela é o primeiro passo. É ela quem conduz os pequenos leitores para a descoberta do prazer de ler.
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A Penguin, famosa no mundo toda pela sua coleção de clássicos bem baratos em papel mais simples, chega ao Brasil em 2010. O aporte da editora no país será feito através de uma parceria com a Cia. das Letras.
Estão previstos, já para o ano que vem, 12 lançamentos, entre eles O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, e a médio prazo a intenção é publicar 24 livros por ano. Os preços, de acordo com a Folha, devem variar entre R$15 e R$35.
É uma pena que a Penguin não chegue no Brasil pronta para praticar preços realmente competitivos e baratear o livro, mesmo que lançando mão de edições ultra-simples. Hoje, quem quiser comprar o mesmo título tem opções mais baratas: a edição da L&PM, por exemplo, pode ser adquirido na Livraria Cultura por R$11 (R$8,80 para clientes Mais Cultura), a edição francesa da Librio na mesma livraria sai por apenas R$7,70, enquanto que o original da mesma Penguin Classics, em inglês, está custando atualmente R$14,08.
Se é pra lançar os mesmos títulos e a preços mais altos daqueles já praticados por aqui, sinceramente, que nem venha. Grande decepção, essa primeira notícia.
Os finalistas do 51º Prêmio Jabuti, a honraria literária mais tradicional do país, foram divulgados agora à tarde pela Câmara Brasileira do Livro.
Os três premiados em cada categoria serão revelados no dia 29 de setembro. Já os livros do ano em ficção e não-ficção serão conhecidos na cerimônia de premiação, que ocorre no dia 4 de novembro.
Os dez romances selecionados foram:
Flores Azuis, de Carola Saavedra
Cordilheira, de Daniel Galera
Órfãos do Eldorado, de Milton Hatoum
Galiléia, de Ronaldo Correia de Brito
Satolep, de Vitor Ramil
Manual da Paixão Solitária, de Moacyr Scliar
A Parede no Escuro, de Altair Martins
O Livro Dos Nomes, de Maria Esther Maciel
Um Livro Em Fuga, de Edgard Telles Ribeiro
Heranças, de Silviano Santiago
Veja todos os finalistas das 21 categorias no site da CBL.
David Cronenberg, diretor de Senhores do Crime (2007), está planejando adaptar o romance Cosmópolis, de Don DeLillo, para a telona. A ideia é transformar a história surreal em uma espécie de tour multimilionária – e surrealista, claro – por Manhattan.
A história é uma espécie de odisseia de 24 horas do protagonista Eric Packer, na qual ele lança um olhar cáustico sobre o Sonho Americano. Tudo começa quando ele tenta ir cortar o cabelo, mas vê o caminho de sua limosine bloqueado por uma visita do presidente e o enterro de um rapper famoso. A partir daí, a saga tem curso, desmontando o american way of life entre traições conjugais e o desenvolvimento de uma paranóia de que alguém quer matá-lo.
O filme deve começar a ser rodado no ano que vem, parte em Toronto e parte em Nova York, e tem previsão de chegar às telas em 2011.
Há um autor brasileiro publicado na Bielorrússia, e ele não se chama Paulo Coelho. Mais estranho ainda, ele estava até agora inédito no Brasil. Veja Se Responde Essa Pergunta é o primeiro livro de ficção do jornalista carioca Alexandre Rodrigues. Com passagens pelas principais redações do País, ele também foi colaborador do extinto e-zine Cardosonline e da revista eletrônica Fraude.
Em seu debut em terras tupiniquins, Rodrigues aposta em contos sobre pessoas normais, mas nem tanto. Movidos por pura obsessão, suas personagens vivem em estado de sabedoria e aceitação, mas acabam se mostrando de tal maneira desumanizadas e perdidas que se tornaram máquinas programadas para enfrentar rotinas e tarefas absurdas. Anarrativa se concentra nas minúcias, nos detalhes, na psicopatia e na amoralidade que as pessoas possuem.
O livro, que sai pela Não Editora, terá sessão de autógrafos HOJE, quarta-feira, 22 de julho, às 19h, no Cult Bar (Rua Comendador Caminha, 348), em Porto Alegre.
Hoje, a partir das 19h, acontece, na livraria Nobel do Shopping Total, em Porto Alegre, o lançamento da primeira narrativa longa de Carlos André Moreira, o editor de livros do jornal Zero Hora. O livro se chama Tudo o que Fizemos (Editora Leitura XXI, 260 página, R$ 25).
Pelo que pude colher de informação, trata-se de uma novela que narra histórias de “uma geração colhida em um momento de transição: vivendo em um país recém-redemocratizado”.
É sempre interessante ver críticos literários atuando do outro lado da tenebrosa fronteira. Nunca me esqueço, por exemplo, dos momentos em que lia o livro de estreia de Jerônimo Teixeira, As Horas Podres, e não parava de pensar o que o resenhista de livros da Veja escreveria sobre aquele trabalho se fosse assinado por outrém.
Acho, pessoalmente, Carlos André Moreira um jornalista cultural mais equilibrado, ou ao menos que escreve de maneira mais equilibrada que Teixeira. O que não significa que sua primeira novela publicada seja melhor. Mas esta é a expectativa, por enquanto.
Tão interessante quanto ler o próprio livro será acompanhar as resenhas do mesmo por aí.
O escritor e compositor Sergio Napp lança, nesta quarta-feira, das Travessias – Volume II (Poesia & e letra de música). Trata-se da continuidade do projeto iniciado em 2008 com das Travessias – Volume I (Contos).
Nesse segundo volume, Napp apresenta uma seleção dos seus poemas e letras de músicas, muitas delas consagradas e já gravadas por conhecidos intérpretes. O livro acompanha um CD com 16 faixas compostas por Sergio Napp e parceiros. Por isso, o lançamento contará com a participação especial de Ângela Jobim (voz) e Cláudia Vera Cruz (violão), interpretando canções do disco.
O lançamento e sessão de autógrafos acontecem amanhã, quarta-feira, dia 10, às 19h, no Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre (Av. Erico Verissimo, 307). O livro será vendido no local por R$23. A entrada é franca.