

O elefante Horton já disse: uma pessoa é uma pessoa não importa o seu tamanho. O artista britânico que atende pelo codinome slinkachu parece ter a mesma crença, espalhando e fotografando mini-bonecos artesanais pelas ruas de Londres e outras cidades européias. Colocadas em situações cotidianas em uma imensa cidade, as pessoinhas foram deixadas na rua para “defenderem-se por elas mesmas”, como disse slinkachu. O projeto Little People está todo registrado em blog.
Até o dia 10 de maio, a Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, está recebendo a exposição Anne Frank - Uma História Para Hoje. Além das fotos históricas da família Frank, a mostra também conta com 100 desenhos feitos por crianças confinadas no campo de concentração nazista de Terezin (na antiga Tchecoslováquia) durante a 2ª Guerra Mundial.
Promovido pela Organização Judaica B’nai B’rith, Federação Israelita do Rio Grande do Sul e Instituto Cultural Judaico Marc Chagall, o evento tem entrada franca e funciona de terça a domingo, das 9h às 21h.

À esquerda, foto da chegada de judeus no campo de concentração de Terezin. Ao lado, a representação da cena feita por Helga Weissova quando criança, dentro da prisão nazista.

Se há um brinquedo que nunca morre, esse brinquedo só pode ser o lego. As pecinhas coloridas servem para praticamente qualquer coisa, como prova o fotógrafo Mike Balakov, que remontou clássicas fotografias antigas e bateu um novo retrato de momentos históricos. A foto que ilustra esse post é a recriação dele para a foto de Jeff Wildener de 1989 que registra o momento em que um homem se coloca frente a tanques de guerra durante os protestos da Praça Tiananmen, em Pequim, quando o exército chinês assassinou centenas de pessoas. O álbum Classics in Lego tem nove montagens deste tipo, mas navegando pelos outros álbuns de Balakov dá para encontrar muitas outras invenções com lego. Vale dar uma olhada