Postagens na categoria ‘Filme favorito’

GUSTAVO SPOLIDORO, cineasta e curador do CineEsquemaNovo
O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968)
“Por ser um filme único na cinematografia brasileira, um filme tão revolucionário que nada se compara a ele, mais de 40 anos depois de sua realização. O filme mais ousado, louco, moderno, divertido e livre feito na história do nosso cinema.”

INGRA LIBERATO, atriz
Estômago (Marcos Jorge, 2007)
“Foi um filme que fez grande sucesso, foi muito falado, ganhou muitos prêmios, mas que não teve uma distribuição muito pesada. Eu acho que as pessoas devem procurar nas locadoras. É um filme protagonizado pelo João Miguel, que é um baiano que na infância a gente brincava junto e é um grande ator. Tem uma direção muito bacana e uma história super interessante.”

REGINALDO PUJOL FILHO, escritor
O Grande Lebowski (Joel e Ethan Coen, 1998)
“Difícil dizer por que O Grande Lebowski é meu filme favorito e não os outros tantos que passaram na cabeça quando fizeram esta pergunta. Pode ser porque ele foi minha porta de entrada no universo dos Coen. Claro que pode. Assim como pode ser o humor negro ou as cenas como a do Dude viajando entre os pinos de boliche e a das cinzas ao mar. Também pode ser porque é um filme em que todos os atores estão sensacionais, desde o Jeff Bridges até os bandidos alemães freak. Pode ser pela trilha hiponga. Ou a coreografia do Jesus. A narração em off. Ou pode não ser nada disso e ser apenas pelo nonsense.”

LUCIANO ALABARSE, coordenador do Porto Alegre em Cena
O Deserto dos Tártaros (Valerio Zurlini, 1976)
“O filme não fica devendo ao romance que lhe dá origem. Tem um elenco primoroso, onde se destacam Max von Sydow, Vittoria Gasman, Giulano Gema, Fernando Rey e Philippe Noiret entre outros, fotografia e direção de arte fabulosas. Eu indico para quem não viu que procure assistir. Vale a pena cada minuto.”

ADEMIR ASSUNÇÃO, poeta paranaense e editor da Revista Coyote
Apocalipse Now (Francis Ford Coppola, 1979)
“Ponto máximo em que a brutalidade humana e a arte cinematográfica podem chegar.”

FABRÍCIO CARPINEJAR, poeta
O Espelho (Andrei Tarkovski, 1975)
“Pela suntuosidade nostálgica, pela ambiguidade que percorre todo o filme entre infância e vida adulta, entre sonho e memória, entre Deus e a ausência de fé.”

RENATO ARAGÃO, humorista
Os Sete Samurais (Akira Kurosawa, 1954)
“Além de todos os filmes do Charlie Chaplin, meu filme predileto é Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. O filme mostra a lenda dos guerreiros que lutam em defesa dos direitos dos fracos. É uma verdadeira obra de arte.”
Página 8 de 8« Primeira...«45678