Já pensaram na hipótese acima? Pois grande parte das histórias mais sensacionais que vimos no cinema simplesmente não poderiam ter acontecido. Dêem uma olhada nos exemplos deste vídeo genial do College Humor:
Não tenho nada a ver com o título deste post. Foram vocês!
Encerramos a enquete que perguntava o que o vocês acharam da indicação de Última Parada 174, de Bruno Barreto, para ser representante do Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar.
A pergunta era sacana, é claro, principalmente porque o filme nem sequer tinha sido lançado. Como ele começa a ser exibido amanhã, decidimos retirar a enquete do ar e oficializar logo o resultado, pois não queríamos correr o risco de algum desavisado respondê-la com alguma base na realidade, depois de ter assistido ao filme (nenhum sentido).
Então vamos lá. Os 20 anônimos que se prestaram a filosofar sobre a questão acharam o seguinte:
#### 40% Boa decisão, mas não tem chance no Oscar. ## 20% Boa decisão, vai faturar aquela estatueta.
## 20% Era o melhorzinho, por mim tudo bem.
## 20% Deveria ter sido o filme com o Selton Mello, maldito comitê!
Segue a relação dos filmes premiados. Preste atenção nas justificativas nonsense dos jurados. hehehe
MELHOR LONGA-METRAGEM - JÚRI DE PREMIAÇÃO
O Fim da Picada, de Christian Saghaard (SP)
“Filme demência que exorciza seus demônios, sem limites de tempo e de espaço. Um filme de Saci.”
MELHOR CURTA ou MÉDIA-METRAGEM - JÚRI DE PREMIAÇÃO Espuma e Osso, de Ticiano Monteiro e Guto Parente (CE)
“A melancolia do Mickey Mouse em dois tempos.”
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI - JÚRI DE PREMIAÇÃO Pan-Cinema Permanente, de Carlos Nader (SP)
“A vida é sonho. Sailormoon, faz de mim um instrumento do teu prazer.”
O dublador Márcio Simões, na montagem ao lado do Patolino, há 22 anos empresta sua voz a personagens do cinema e da televisão (Foto: Guilherme Briggs)
Se você se deparar com Márcio Simões pelas ruas, certamente não o reconhecerá. Mas se ouvir a voz dele, não vai deixar de associá-la a uma porção de personagens de filmes, séries e programas de tevê. Formado engenheiro civil, mas atuando como dublador na televisão e no cinema há 22 anos, Simões já emprestou sua voz para desenhos animados, mocinhos e bandidos, de Patolino a Will Smith, Samuel L. Jackson a Heath Ledger na pele do Coringa. Em uma conversa com CineSemana, ele falou sobre essa atividade que por essência é relegada aos bastidores, os desafios das dublagens, além de muitas curiosidades.
Gostaria de começar por uma dúvida que a maioria das pessoas tem quanto aos dubladores. Dubladores são todos atores? No seu caso, qual a sua formação?
Todos atores. A dublagem é uma especialização do ator. A formação da dublagem na verdade é o radioteatro, as pessoas acham que a formação do dublador é o teatro, na televisão, mas não é. É o radioteatro porque a gente não tem o compromisso de decorar um texto, pra ler ou falar, não tem esse compromisso. Então, a gente tem que ler e interpretar lendo, que é na verdade o radioteatro. Então, a minha formação foi um pouco ao contrário. Eu comecei no rádio e do rádio eu vim a fazer dublagem. Na verdade, o dublador se especializa fazendo um curso de dublagem, onde se aprende a técnica, mas a interpretação você tem que saber, você tem que ter, não importa se de radioteatro, se de televisão ou de teatro. Você tem que ser ator e saber interpretar e aprender a técnica de sincronizar, de colocar as palavras na boca, certinho.
De 21 a 27 de outubro, Porto Alegre recebe a 3ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, que acontece no Cine Santander Cultural (Rua 7 de Setembro, 1028 – Centro), com entrada franca. Dedicada a obras audiovisuais que abordam questões referentes aos direitos humanos, a Mostra traz filmes contemporâneos, como o longa-metragem inédito comercialmente Deserto Feliz, de Paulo Caldas.
A programação do evento também apresenta uma retrospectiva histórica que destaca obras de Luis Buñuel, Fernando Birri e Fernando Meirelles. A Mostra ainda promove uma homenagem ao coletivo argentino Cine Ojo, que há 22 anos produz premiados documentários de criação voltados às questões dos direitos humanos.
Confira a Programação completa 3ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul em Porto Alegre
21/10 – terça-feira
15h00 – Programa 2 Cidade de Papel, de Claudia Sepúlveda (Chile, 112 min, 2007, doc)
* Classificação indicativa: livre
17h15 – Programa 14 Couro de Gato, de Joaquim Pedro de Andrade (Brasil, 12 min, 1960, fic) Delinqüente, de Ciro Durán (Colômbia/França, 110 min, 1978, fic)
* Classificação indicativa: 12 anos
19h30 – Sessão de abertura – exclusiva para convidados
Programa 3 Entre Cores e Navalhas, deCatarina Accioly e Iberê Carvalho (Brasil, 14 min, 2007, fic) Café com Leite, de Daniel Ribeiro (Brasil, 18 min, 2007, fic) Deserto Feliz, de Paulo Caldas (Brasil, 88 min, 2007, fic)
*Classificação indicativa: 16 anos
Ninguém escapa da mira de Diogo Mainardi, o amado ou odiado colunista da revista Veja. Pois no artigo que escreveu na última edição, o alvo foi o cineasta Walter Salles, autor de Central do Brasil (1998) e Linha de Passe (2008). Tudo porque Salles elogiou Lula em um programa de entrevistas da BBC chamado Hardtalk. Segue trecho:
A última estrela do cinema a manifestar tanto entusiasmo pelo líder de sua pátria deve ter sido Lyubov Orlova, nos tempos de Stalin. Ou Oscarito, nos tempos de Getúlio Vargas.
Pra quem não se lembra, Mainardi também já andou atacando outros cineastas brasileiros, entre eles Jorge Furtado (de Meu Tio Matou um Cara, 2003). Por este artigo, o articulista da Veja e a Editora Abril acabaram condenados a pagar indenização a Furtado por danos morais.
Post um pouco atrasado, mas tenho certeza que vai valer muito a pena a dica que vou dar.
O ótimo site de entretenimento Omelete, em parceria com a produtora Colmeia, criaram o OmeleTV, um vídeo podcast muito interessante para quem gosta de cinema, séries e quadrinhos.
Que tal sentar na frente do computador e se sentir uma estrela de cinema? É a proposta do Hollywood Film Kit USB, uma webcam com estilinho retrô bem simpática, apesar de ocupar muito mais espaço que as convencionais.
Como acessório, também pode vir no pacote um mini-holofote para dar aquele clima de set de filmagem. O brinquedinho pode ser comprado aqui por menos de 15 dólares - que hoje são cerca de R$ 34,50. Mas fica o aviso de que se você entrar no site pode acabar se interessando ainda por um óculos no maior estilo James Bond ou, quem sabe, um porquinho da índia robô. Invenções que não vão mudar o mundo (nem a sua vida), mas podem mudar o seu PC ou a sua idéia de bichinho de estimação.
Por Fábio Elnecave Xavier, 11 anos, aluno da 6ª série do Colégio Monteiro Lobato, em Porto Alegre
Cinema. Aquele avanço tecnológico que te permite ver algum filme, normalmente recém lançado, em uma tela estupidamente grande, com um projetor e caixas de som. Avanço, desde o cinema mudo, preto e branco, às cores, o som, e até a projeção em 3D, primeiro com os óculos com uma lente azul e outra vermelha (que eu nunca entendi como é que funcionava) e agora sem eles (que eu também continuo sem entender como funciona). Mas o cinema também é um avanço desde o primeiro filme que tu assistes, até o dia em que te largam na porta do shopping (ou raramente aeroporto e cinema ao ar livre) com um bando de amigos e pedem pra ligar de volta quando o filme tiver terminado.
O primeiro filme ninguém esquece: um filme da Pixar, um especial do Discovery Kids, etc. Primeiro tu ficas naquele clima de querer muito ver o tal “filme gigante”, mas também com um pressentimento de “acho que alguma coisa não vai funcionar direito” ou um “estou com medo dos vilões do filme”. Quando o filme termina, tudo corre bem, e tu começas a perguntar quando que tu e teus pais vão ir de novo (com exceção daqueles azarados que tiveram que sair no meio de seu primeiro filme porque faltou luz, ou algo do tipo). Daí tu começas a te acostumar com os filmes, vais com mais freqüência, convidas os amigos, até o dia em que tu vais sem os pais, só com uma galera…
Um dos grandes mestres do cinema de ficção científica (ou especulativa), Ridley Scott (de Blade Runner, 1982), está mesmo preparando a adaptação de um dos maiores romances do gênero de todos os tempos: Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley.
Por enquanto, os trabalhos ainda estão concentrados na produção do roteiro.
Quam trouxe a idéia para o diretor foi Leonardo DiCaprio, que deve fazer parte do projeto.
Leia uma pequena entrevista com Scott sobre o assunto aqui (em inglês).