Blog do jornal CineSemana

Postagens na categoria ‘Celebridades’

Bruna Surfistinha 2011

Já começou a campanha (publicitária, não política – ao menos por enquanto) que envolve o lançamento do longa-metragem Bruna Surfistinha, da Imagem Filmes, baseado na história de vida da ex-garota de programa e estrelado por Deborah Secco.

Depois de algumas fotos, agora foi a vez do primeiro teaser ganhar a internet.

Tem tudo para virar o grande hit nacional de 2011.

O fim da novela Polanski

Acabou ontem, segunda-feira, a infindável novela Roman Polanski.

O cineasta franco-polonês, que estava preso na Suíça até que fosse julgado o pedido de extradição feito pelos Estados Unidos, foi libertado. A justiça suíça retirou qualquer acusação que havia sobre o réu, que se mandou do país e ninguém até agora sabe para onde ele foi.

Aparentemente, apenas os Estados Unidos se mostraram contrariados com a sentença. Profissionais e artistas do do meio cinematográfico, a família de Polanski e até a própria vítima ficaram satisfeitos com o encerramento do caso e a libertação do cineasta.

Samantha Geimer, que em 1977, aos 13 anos, manteve relações sexuais consideradas ilegais com o diretor, afirmou para uma rádio francesa que aprova a decisão judicial.

Também ficamos livres nós todos, que não aguentávamos mais este assunto. Que Polanski nos brinde com mais ação à frente das câmeras e menos barracos policiais.

Tom Cruise fala para a Esquire

Para quem lê em inglês, recomendo bastante esta longa conversa (no estilo da Esquire, sem as perguntas, só frases soltas do entrevistado) com Tom Cruise.

Se ganhar um Oscar, não case

Nunca antes havia tomado conhecimento de uma maldição inventada por revistas de fofocas. Mas ela existe, se chama maldição do Oscar de melhor atriz e estaria atacando Sandra Bullock neste instante.

O que faz a tal maldição, de acordo com a crença dos fofoqueiros? Arruina a vida sentimental de quem leva a estatueta pra casa.

É por isso, só por isso, que o casamento de Bullock estaria indo por água abaixo neste instante.

E por isso, só por isso,  que os matrimônios de Hilary Swank, Halle Berry, Reese Witherspoon e Julia Roberts naufragaram logo após terem conquistado o Oscar.

E por isso, só por isso, que Kate Winslet, ganhadora do Oscar de melhor atriz em 2009, acaba de se separar, exatamente um ano após a conquista.

Amigas leitoras, então fica a dica pra vocês: se quiserem casar, não ganhem um Oscar; se acabarem ganhando um, tentem não casar.

Novela Polanski mais perto de um fim

Se você acha muito chata “Viver a Vida”, o que dizer então dessa novela envolvendo Roman Polanski, sua prisão na Suíça, pedido de extradição para os Estados Unidos e campanhas por sua soltura junto aos colegas das artes?

Pois agora, tudo indica, o cineasta franco-polonês deverá mesmo cumprir prisão domiciliar e era isso.

Só sinto alívio. Não por Polanki, nem por sua suposta vítima à época (1977). Mas por nós.

Sinceramente, nada mais cansativo do que meses de debates sobre um crime de natureza sexual envolvendo apenas argumentos de natureza artística.

Passemos para a próxima novela sem fim do show bizz, sim?

De volta ao ritmo normal

Equipe de volta e recuperada da maratona que foi o Diário do Festival de Cinema de Gramado.

Corumbiara, documentário etnográfico de Vincent Carelli, ganhou praticamente tudo o que podia e foi o grande vencedor do festival.

Xuxa passou pela cidade e monopolizou as atenções, além de criar polêmica com seu discurso de agradecimento, posteriormente transformado em piada na cerimônia do sábado por um dos apresentadores.

Cineastas foram reconhecidos pelos curadores: Reginaldo Faria ficou com o Troféu Oscarito, Walter Lima Jr., com o Troféu Eduardo Abelin, e Ruy Guerra ganhou o Kikito de Cristal. Dira Paes recebeu homenagem especial.

Agora voltamos com a programação e ritmo normais!

Século XX cada vez mais distante

Em único dia, 25 de junho, quinta-feira, o mundo perdeu dois de seus mais ilustres personagens. Embora de grandezas diferentes, Michael Jackson e Farrah Fawcett são, mais do que gigantes em suas áreas, música e cinema/TV, ícones do século XX.

Farrah, que com sua participação no seriado As Panteras acabou se tornando a garota dos sonhos, primeiro dos adolescentes da geração nascida em 1960, depois de praticamente qualquer homem vivo nos anos 1970 e 80, morreu de câncer, em Los Angeles.

Jacko, Rei do Pop, tudo indica ter sofrido uma parada cardíaca. Protagonista de uma infinidade de escândalos, polêmicas e até bizarrices incomensuráveis, isso tudo nem chegou perto de obscurecer seu legado artístico. E é assim que para sempre será lembrado: músico profissional desde os 5 anos de idade, autor de uma infinidade de hits, gênio da música, ídolo sempre acompanhado por dezenas, centenas, milhares de fãs onde quer que fosse e por mais disfarçado que estivesse, a pessoa mais parodiada e imitada do mundo. Michael planejava para este ano a maior série de shows da história do O2 Arena, em Londres. Não deu tempo.

Dada a importância de um cara como ele, uma vida de 50 anos não passou de um curta-metragem. Mas um dos bons, dos arrebatadores, dos que ninguém vai esquecer tão cedo. Como Thriller.

Pato Donald faz 75 anos hoje

Donald, provavelmente o pato mais resmunguento e xarope do cinema, televisão e qualquer meio audiovisual, está completando 75 anos nesta terça-feira, 9 de junho.

Ok, é bem possível que a culpa seja mesmo da voz esganiçada que ele ganhou nas dublagens. Mas enfim.

Criado por Walt Disney para ser um contraponto ao já ultrapop Mickey Mouse, sua primeira aparição foi em um curta-metragem chamado A Galinha Espertalhona, lançado em 9 de junho de 1934.

A partir de 1937, passou a ganhar bem mais destaque, como protagonista de diversos desenhos animados, e também ganhou a companhia de seus sobrinhos.

Ao todo, foram 128 animações em que o Pato Donald foi o grande herói (superando inclusive a grande estrela da Disney), isso tudo sem contar as diversas aparições em outros desenhos ao lado do Mickey, Pluto e Pateta, por exemplo, em que aparecia apenas em segundo plano.

Impressões de Noel Gallagher sobre as cidades do sul do Brasil

Quando um artista desses considerados “tops” (ainda que os caras do Oasis estejam bem longe do topo do show business atualmente) desembarca em lugares como este nosso Sul do Mundo (Porto Alegre, Curitiba, etc), a babação de ovo e o puxassaquismo costumam ser desefreados. Exalta-se o artista, e muitas vezes os meios de comunicação fazem transparecer que tocar nestas cidades sempre fora o sonho da vida deles. Entende-se: não estamos acostumados mesmo a receber estrelas de primeira grandeza de coisa alguma. Mas será que os roqueiros fazem o mesmo, elogiam as cidades por onde passam simplesmente para fazer média e ficar bem nos negócios (que é o que verdadeiramente são os shows, etc)?

Nem sempre. Em suas “Histórias do meio do nada” (Tales From The Middle of Nowhere), que é como Noel Gallagher batizou seu diário da turnê na América do Sul, o guitarrista do Oasis não parece muito preocupado em agradar porto-alegrenses e curitibanos com palavras meigas. No dia 12 de maio, tarde da terça-feira, depois do show na capital paranaense e enquanto se preparava para a passagem de som no Gigantinho, em Porto Alegre, Noel escreveu: 

“Não sei o que estamos tentando provar tocando em lugares como aquele (Curitiba), e também aqui em Porto Alegre. Por que não apenas 2 grandes shows no Rio e em São Paulo? Se todo mundo na Argentina viaja pra Buenos Aires (…), não vejo por que deveria ser diferente no Brasil. (…) Um palco enjambrado num estacionamento nunca poderá se comparar com o barulho e o colorido de um estádio. Ainda assim, os shows em si têm sido bons. Poderiam ser melhores, no entanto. De qualquer forma, já chega disso. (…) Não vejo a hora de ir pra casa amanhã.”

Tudo bem, ninguém gosta de ver sua cidade achincalhada, mas não é difícil entender o ponto de Noel. E um pouquinho de sinceridade, ainda mais nesse universo artístico, deveria mesmo ser celebrada.

Ontem, quarta-feira, Noel escreveu sobre os preparativos para a partida de volta à Europa e classificou o show na capital gaúcha como “Amazing. Amazing”. Ok.

Wolverine está no Brasil
(mas nem precisava)

Hugh Jackman, produtor e protagonista de X-Men Origens: Wolverine, desembarcou hoje no aeroporto de Guarulhos, São Paulo. Ele está no Brasil para conceder entrevistas à imprensa, dar uns sorrisos e toda aquela coisa em troca de muita promoção gratuita de seu filme.

Como se precisasse. X-Men Origens: Wolverine está em cartaz em uma em cada quatro salas de exibição do País e fez a maior abertura do ano por aqui, faturando mais de R$ 8 milhões em bilheterias (público superior a 880 mil espectadores) em apenas 3 dias.

Jackman já esteve no Brasil em 2001, quando veio promover outro longa, Swordfish: A Senha, e sobre a visita, disse o seguinte: “Amei o Brasil, me lembra muito a Sydney”.

Não há dúvida de que o ator tem sérias dificuldades em sair do universo da ficção.

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