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O que Coppola aprendeu

Reparem nas meias verdes. Muito estilo.

Reparem nas meias verdes. Muito estilo.

Mais uma vez lá vamos nós para a minha seção preferida da Esquire: What I’ve Learned. Desta vez com ninguém menos que Fancis Ford Coppola.

Entre revelações de que tomava vinho desde criança, passava trote no próprio pai e depois apanhava de cinto, de que sempre quis ser um escritor mais fracassou miseravelmente por se considerar sem talento, de sua admiração por Woody Allen que escreve um roteiro original por ano, de seus métodos quase aleatórios para decisões de montagem em Apocalypse Now, de sua contrariedade em fazer continuações de O Poderoso Chefão e de sua propensão a torrar a própria grana, resolvi escolher este pequeno trecho ultra-aleatório para transcrever:

“Quando eu estava começando, eu consegui um trabalho que era escrever um roteiro para Bill Cosby. Ele costumava oferecer os melhores vinhos para seus amigos. Ele não tomava vinho, mas tinha este vinho chamado Romanée-Conti, que é considerado um dos melhores vinhos do mundo. Eu nunca pensei que vinho pudesse ter aquele gosto. Ele também me ensinou a jogar bacará. E uma noite eu, com US$ 400, ganhei US$ 30 mil. Então eu gastei US$ 30 mil em Romanées.”

Lembram do caso Romanée-Conti? Enfim. O vinho “mais popular” do Brasil também é o preferido de Coppola.

Quem quiser ler a matéria completa da Esquire (aqui, em inglês), recomendo muito.

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