Tyson: um documentário por Mike Tyson
Estreia hoje nos Estados Unidos o documentário Tyson, de James Toback. Pelo que deu pra sentir pela matéria que o Scott Raab esceu para a Esquire, o filme tem todos os ingredientes para ser bem mais do que “interessante” ou “revelador”.
De acordo com Raab, o documentário não é indulgente com Mike Tyson, não visa redimir toda idiotice que fez no passado retratando-o como bom moço arrependido, mas tampouco explora os (milhares de) escândalos de sua carreira, demonizando o ex-boxeador.
O filme é simples: o diretor James Toback alugou uma casa em Hollywood, pegou duas câmeras, sentou Tyson num sofá e registrou o que ele tinha pra dizer, sem roteiro nem nada. O ex-campeao do mundo é mostrado sozinho na tela, em close, praticamente o tempo todo. Quando aparecem cenas de sua vida, a tela é dividida, e Tyson jamais sai de quadro.
Não há amigos, família, ninguém dando declaração contra ou a favor dele, não há histórias redentoras, nada. Apenas Tyson resmungando, chingando, contando ou simplesmente calando.
Não há a menor previsão de quando o filme chegará ao Brasil, e nem SE chegará.

